quinta-feira, 21 de novembro de 2024

Bem, não é bem assim...

Verdade. Questão muito complexa. Porquê? Há que avaliar a sua pertinência, a sua adequação, a sua conformidade, a sua sincronicidade, etc, ou seja, todo um mundo de imprecisões. Mesmo quando estes e mais fatores podem ser praticamente quase quantificáveis há sempre uma métrica marginal que se nos escapa. A nossa aproximação é laboriosa mas sempre precária. A verdade foge aos nossos modelos, talvez, demasiado perfeitos para exprimir qualquer realidade. São os nossos parâmetros, demasiado intransigentes que apenas se adequam parcialmente à realidade. Aqui ou ali, os modelos encaixam-se na realidade com perplexidade mas, logo a sincronicidade falha. Ora, a verdade, não pode ter a plasticidade do tempo todo, nem é passível de estabelecimento parcial. Em suma, como procurar a verdade se, não temos ideia do que ela é a priori ou se, estabelecemos restrições ou métricas consensuais ou aleatórias para a sua captura ?