terça-feira, 23 de setembro de 2014

ABRANDAR, REPENSAR E MUDAR ?

«Thinking ... In the future ... For now, it is still possible to think in this case, that imaginary life ... Seven billion humans ... A very small part, not always the most enlightened and empowered human governance leads in . Great ideals throughout history, flag and constituted so little, in fact, few has been achieved. However, it is possible to say, that is a fact that many more humans live in peace than those who live in war. This, however, can not reassure us, when old, women, children and men die victims of economic interests, greed for power and the struggle for wealth. How can everyone be rich ? ... And what is after all wealth? There is only one type, a single form? There is some right of some that they can have what others never will achieve ? ... The common psychology slogans delivers style, say, want is power, who always tries to reach something will get it, and so on... But, it is truly a deceit. The philosophy goes ahead, the fight continues, hope is the last thing to die, do these things, everything must be moving, for any reason whatsoever, blasts. There are resources for everyone, it is said. False. The logistics for their equitable global redistribution would still involve more resources than those over available. The sustainability of life on the planet, gives many fuel to think ... It would be nice, that the summit of heads of state facing climate change issues, was generous and fruitful. But not enough! What has been done about the education of the population, accompanied by a change in industrial, commercial and production paradigm? Very little. Consume, consume, consume! Behold, what continues to happen. Change your mobile device, tablet, TV, car, house, etc. Believe in innovation, and follow the best and enjoy the artifacts of what this psychosis of technological innovations has to offer. The economy can not stop. Factories can not stop. Life can not stop. So what's the solution if everything is the same, following the same logic that led us unstoppably to this almost paradoxical situation that puts us almost in danger of extinction? The inevitable heavens and gods, do not come to save the 'madness of men.' Even intervene. Too bad, they have muted for thousands of years. We never knew any news of them, not even a miracle! We think and say, we have enough technology to preserve ourselves. But the technology does not perform miracles without a radical change of mindset economic paradigm and the ways of living. Who does not understand this, speaks by ignorance or maybe just babbles. Wars? Give way to some or all of which some die? To what purpose? With that order? If all religions say that they are peaceful, why are they the first to cause wars? Strange? Well, there is an arms industry, which is based on said self-defense. Lie, a nuclear intercontinental ballistic missile is a weapon of aggression, never was or will be a defensive weapon. Say, is deterrent. Deterrence, yes, through fear, this feeling that politicians and policy instills in people, so that they fanatizem around a single idea, be it national, community or another, leads nowhere. No matter education, the aim is to instill fear. Yes, fear. The fear that Scotland is separate from their eternal settlers. That Catalonia referendum settles its separation from Spain, etc. They tell us, Europe was made to integrate and not to separate. But everything is valid ? Of course, not! Integrating sounds better, but join by force does not work. Who said the Scots singling up the famous British community (which has little in common), not reintegrate back into the European Community, but otherwise? It costs money? Of course. So, as you need to save money, the logic is to banish the rights, silencing discourses, prevail and triumph in the same single line of thought. There is no money for such luxuries. If the democracies can not sustain it, so why continue them? Is it also a new form of fanaticism, which is criticized both to be taught and encouraged in madrazas, where the Koran is distorted, to drag crowds? Integration at all costs? The dictatorship of the majority? And if the majority is completely confused, muddled, wrong and proceed with its ignorance or stupidity? Is it worth following in his footsteps? What has been done to actually improve the overall culture, to make the closest citizens of culture, to foster constructive critical thinking in our Western societies in general? Almost nothing or even the contrary. Rebellion? It is welcome. An anarchist that sprays an ATM is a terrorist, wild, shameless. A banker who deviates millions, which will force all the people to pay their misconduct or incompetence of management is not, actually. Maybe it's a model citizen ... Why? Who really caused major damage to property? Someone talks about this? Are all outraged ? But the indignation serves anything when the power is completely addicted either by political interests, economic interests or geared for immediacy? Do these people think about the future of their children? Would they love them in fact? They only disguise it very well? ... It seems... But it is useless to accuse. However, we are and should be free or be free to judge, not in the sense of condemnation, but about the assessment of what is conceded by proxy vote to a few. Do they deliver what they promised? They knew well what they were going to do ? After all, what was their strategy? What were the general lines of the project for governance? Just don't raise taxes? Taxes ... But it was not what the Romans did in times dating back prior to the Christo? Have we evolved something about this aspect and in many others? What do we have actually learned or has been taught to us or was made available to us to learn? ... »[Noetic-23/09/2014]

«Pensando...No futuro...Por agora, ainda é possível pensar nessa hipótese, imaginária, de vida...Sete biliões de humanos... Uma ínfima parte, nem sempre a mais esclarecida e habilitada os conduz na governação humana. Grandes ideais, ao longo da História, constituiram bandeira e tão pouco, na realidade, foi alcançado. No entanto, é possível dizer, que é um facto de que muitos mais humanos vivem em paz do que os que vivem em guerra. Isso, no entanto, não nos pode tranquilizar, quando velhos, mulheres, crianças e homens morrem vítimas dos interesses económicos, da ganância pelo poder e da luta pela riqueza. Como se todos, pudessemos enriquecer ?...E o que é afinal a riqueza ? Existe só um tipo, uma forma ? Existe, algum direito que alguns tenham a mais do que aqueles que nunca o poderão vir a ser ?... A psicologia comum, debita slogans do estilo, querer é poder, quem procura sempre alcança e afins. Mas, é, verdadeiramente um engôdo. A filosofia do segue em frente, a luta continua, a esperança é a última coisa a morrer, faz destas coisas, põe tudo a mexer, seja por que motivo for. Há recursos para todos, diz-se. Falso. A logística para a sua equitativa redistribuição global ainda envolveria mais recursos do que aqueles que estão sobredisponíveis. A sustentibilidade da vida no Planeta, dá muito que pensar... Seria bom, que a cimeira dos chefes de estado voltada para as questões climáticas, fosse generosa e profícua. Mas, não basta! O que se tem feito quanto à educação das populações, acompanhada por uma mudança de paradigma industrial, comercial e de produção ? Muito pouco. Consuma, consuma, consuma. Eis, o que continua a suceder. Troque de aparelho de telemóvel, de tablet, de televisor, de automóvel, de casa, etc. Acredite na inovação, siga e ususfrua do melhor que a psicose das novidades tecnológicas tem para lhe oferecer. A economia não pode parar. As fábricas não podem parar. A vida não pode parar. Então, qual a solução, se fica tudo na mesma, seguindo a mesma lógica imparável que nos conduziu a esta situação quase paradoxal que nos coloca quase em risco de extinção ? Os inevitáveis céus e deuses, não chegam para as 'loucuras dos homens'. Nem sequer intervêm. Que pena, que se tenham silenciado há milhares de anos. Nunca mais deles soubemos alguma notícia, nem sequer um milagre! Pensamos e dizemos, temos tecnologia suficiente para nos preservarmos. Mas, a tecnologia não faz milagres sem uma radical mudança de mentalidades, de paradigma económico, de formas de viver. Quem não entender isto, fala de cor, se calhar, apenas balbucia. Guerras ? Dará jeito a alguns ou a todos que alguns morram ? A que propósito ? Com que intuito ? Se todas as religiões se dizem pacíficas, por que são as primeiras a provocar guerras ? Estranho ? Bem, existe uma indústria de armamento, que se funda na dita autodefesa. Mentira, um missil balístico intercontinental nuclear é uma arma de agressão, nunca foi ou será uma arma defensiva. Dirão, é dissuasor. A dissuasão, sim, através do medo, o tal sentimento que os políticos e a política incute nas gentes, para que elas se fanatizem em torno de uma ideia única, seja ela, nacional, comunitária ou outra, não conduz a nada. Não interessa educar se o que se pretende é incutir o medo. Sim, o medo. O medo que a Escócia se separe dos seus eternos colonizadores. Que a Catalunha referende a sua separação da Espanha, etc. Dizem-nos, a Europa fez-se para integrar e não para separar. Mas vale tudo ? Claro, que não! Integrar soa melhor, mas unir à força não resulta. Quem disse que os escoceses individuando-se da famosa comunidade (que pouco tem de comum) britânica, não se reintegrariam de novo na Comunidade Europeia, mas de outra forma ? Custa dinheiro ? Claro. Então, como é preciso poupar, a lógica é banir os direitos, silenciar os discursos, prevalecer e triunfar na mesma linha única. Não há dinheiro para esses luxos modernos. Se as democracias não se conseguem sustentar, então para quê continuá-las ? Será também alguma forma de novo fanatismo, que tanto se critica ser ensinado e incentivado nas madrazas, onde o alcorão é desvirtuado, para arrastar multidões ? Integração a todo o custo ? A ditadura da maioria ? E se a maioria estiver completamente confusa, baralhada, errada e prosseguir com a sua ignorância ou estupidez ? Valerá a pena seguir-lhe os passos ? O que se tem feito de facto para melhorar a cultura geral, para tornar os cidadãos mais próximos da cultura, para fomentar o pensamento crítico constructivo nas nossas sociedades ocidentais em geral ? Quase nada ou até mesmo o contrário. Rebelião ? Não é bem vinda. Um anarquista se pintar com um spray uma caixa multibanco é um terrorista, um selvagem, um desavergonhado. Um banqueiro, que desvia milhões, que obrigarão todo o povo a pagar a sua má conduta ou incompetência de gestão não o é, na realidade. Talvez, seja um cidadão exemplar... Porquê ? Quem de facto causou maiores danos à propriedade ? Alguém fala sobre isto ? Ficam todos indignados ? Mas, a indignação serve de alguma coisa, quando o poder está completamente viciado quer por interesses políticos, quer por interesses económicos vocacionados para o imediatismo ? Será que essas pessoas pensam no futuro dos seus filhos ? Será que os amam de facto ? Será que somente o disfarçam muito bem ?... Parece. Mas, de nada serve acusar. No entanto, somos e devemos ser livres ou estar livres para julgar, não no sentido da condenação mas, da avaliação daquilo que é, por procuração do voto, indigitado a alguns. Cumprem o que prometeram ? Sabiam ao que iam ? Afinal qual era a estratégia ? Quais as linhas gerais do projecto para a governação ? Não aumentar impostos ? Mas...Impostos não era o que os romanos faziam em tempos que remontam até à anterioridade do Christo ?...Evoluímos alguma coisa quanto a esse aspecto e quanto a muitos outros ? O que é que de facto aprendemos, ou nos ensinaram ou nos diponibilizaram para aprendermos ?...»[noético-23/09/2014]

OS MENORES DE UM DEUS AUSENTE

«Perguntei-me sempre por que é que os animais nunca adoraram a deus ou aos deuses - o que quer que essa entidades supranaturais sejam, enquanto projecção das fantasias humanas - se, também, eles, são criaturas criadas por ele(s) ?... Isto explica muito quanto à filosofia e ciência seguida, antes e após, Descartes, até quase aos nossos dias, em que os animais começam finalmente a ser vistos de outro modo, pelo menos com inteligência, memória, sentimentos e interacções sociais. Mais, perguntei-me, também, por que razão, as grandes religiões monoteístas, eliminaram as 'deusas' que existiam nas velhas religiões politeístas? Não é estranho ?...Ah! Existe uma virgem Maria. A mãe do deus cristão. Pois é, mas o deus é que tem os poderes, como o pai, a mãe é apenas quem intercede quanto a esse poder. Esta maravilhosa psicologia do marketing teológico é deveras subtil e enviesada. A mulher, intercede, dialoga com o filho. Quem tem superpoderes é o filho-encarnação-do-pai-todo-poderoso. Na realidade, a subalternidade da mulher - e não vou aqui sequer, citar São Paulo -, nas religiões judaico-cristãs é gritante. No entanto, as mais fervorosas adeptas destas religiões, são, de facto, as mulheres. Então, por que se queixam tanto da subalternidade das mulheres no universo das outras religões monoteístas - e não só a muçulmana, de que todos falam - ? Que estranho, novamente!»[noético-23/09/2014]

«I've always wondered why animals never worshiped the god or the gods - whatever that supernatural entities are as a projection of human fantasies - if they, too, are creatures created by him or they ? This explains a lot about the philosophy and the science, before and after Descartes, until almost the present day, in which animals are finally beginning to be seen in another way, at least with intelligence, memory, feelings and social interactions. More, I've also wondered why the great monotheistic religions, eliminated the 'goddesses' that existed in the old polytheistic religions? Isn't it a bit strange? ... Ah! There is the Virgin Mary. The mother of the Christian God. Yeah, but God is who has the powers, as the father, the mother is just who intercedes on that power. This wonderful theological psychology of marketing is quite subtle and skewed. The woman, prays, talks to his son. Who has superpowers is the son-father-incarnation-all-powerful. In reality, the subordination of women - and I'm not even here to quote St. Paul - in the Judaic-Christian religions, is striking. However, the most adept earnest of these religions are indeed females. So why complain about both the subordination of women in the universe of other monotheistic religions - and not only Muslim, the one that everyone talks about -? How strange, again!»[noético-23/09/2014]

domingo, 14 de setembro de 2014

SER SEM SER

«Não se procura, deixa-se simplesmente acontecer. Ser em si, ser por si, ser em relação, ser em não-ser como uma flor a desabrochar. E ainda, não é Primavera, mas já se escutam os cânticos de Outono a chegar. Ninguém virá em socorro da aflição, que o invade, sem se anunciar. Não se expondo, esplana-se, declinando como as palavras sem rumo, flutuando como as nuvens sobre a escuridão da noite que se perdeu do amor. Seria feliz se as ondas reunissem cada seu destroço a salvo numa enseada protegida de todos os ventos. O ser, sem terra, caminha sobre ela como se tivesse descoberto no seu corpo uma lua grávida de poéticos amanheceres desenfreados. O ser é ditame e corrente, oculto estar, sempre presente. O ser que não mexe, ilude cada movimento. Caído combatente nos braços de cada momento. Ajoelhado como se reptasse, sonhando as virgens que se esquivam dos seus braços e se evadem como pétalas ao sabor dos tempos. O ser não sabe de onde vem nem para onde vai. Mas cairá morto, como cadáver, um dia, preenchendo o vazio da sua própria sombra.»[noético-13/09/2014]


quinta-feira, 11 de setembro de 2014

B & W

«Ler, ler...Para não enferrujar. Permitir que o nosso brinquedo cerebral se exercite geriatricamente como quando ingressou neste infantário. Nessa altura já existiam formas primevas de Sudoku onde os signos se cruzavam com os desejos no xadrez da realidade. É engraçado envelhecer e começar a perceber a relevante discrepância que os conceitos têm com a realidade e vice-versa. Não. Envelhecer, não é apenas perder habilidades. Puro engano para quem de longe aprecia horizontes tão alheios. A mística da longura ou da proximidade estiveram sempre presentes em quase todos os nossos momentos de vida. Ora bem, falava eu de quê ? Bem, não é ainda o Alzheimer mas, antes, a necessidade premente de me relembrar de nada. Como é que é possível sequer alguém ter uma recordação de nada? Mas, é, contudo, possível relembrar-se dessa tentativa. Estranho ensaio. Desvanecem-se os alinhamentos zodiacais, turvam-se as telescópicas lentes científicas mas, a claridade sempre penetra em águas turvas. No fundo, não se vê. Mas, vê-se sem cegueira alguma, sem turvez alguma, sem luz nenhuma que, clara e distintamente, não se vê. É de rir, não é ? O deslumbramento pela luz, cega. O desvanecimento da luz, desperta. Curioso, não é ? E, sabemo-lo, muito bem, que pior do que estar enganado é estar convencido erradamente de não o estar.»[noético-10/09/2014]




TIME AND TIME AGAIN...

«Se calhar é um erro, enviesado, de observação que a maior escala, ampliado, perderia por certo a razão. Contrariamente, tudo se amplificaria. Pois é...As máquinas não podem parar, os animados não podem parar, se a fábrica de marés pára, adeus surf, adeus ossatura, adeus alminhas asadas, adeus tudo. O crash, o rebentar da onda acabaria com a nossa fé, o nosso fabricar de um desejo que deseja, a nossa forma de humanos, num ápice. Ai, como parece sanguinária esta sede artificial que alimentamos pelo futuro...Futuro que nos chega da luz do passado em contradição com a metamórfica camuflagem do cénico futuro. Como é futuro se é contado para trás ? Como é passado se nos é presente adiante? Este relógio deve andar equivocado. Só pode. Ou será que nos anda a faltar é um fiel de balança ?»[noético-10/09/2014]


BE YOURSELF

«One day I've understood that being alone is not a handicap. But that included throwing out even notions like god and similar things. Those who say that one without god or something above him or without regular interaction with someone can not be happy are completely wrong. Loneliness it's not the same as unhappiness. Of course all of our education was planned to make us dependents of the others. That is the main problem that education and cultural marketing had caused on each one of us. They have always taught us wrong. I have much more availability to be a partner being independent than when i was following the so called community rules (almost of them of being dependent). Better alone than to fake social skills for dishonest purposes just because most of the people say it's good, christian or alright. I do not own nothing to anyone and that state makes me more free to engage common tasks with whom i want to share ideals, meanings and a lot of other important things. And I feel free for not having to explain why and how come I do it. Acceptance it's a word that many speak about but that few really practice in fact. Of course it's also necessary to say that acceptance results from free choices that also defines unacceptance towards what it's not our choice. That's inevitable. This is not any type of radicalism or ostracism, simply a human choice that has it's own reasons and also it's own consequences. Believe me, no one does or can make a true choice without focusing on the consequences. What we almost of the time do is pretending to choose. Fakeness it's a easy allied almost of the time for immediate social purposes. If we really choose even disagreements are naturally welcomed cause they make truly the difference.»[noético-10/09/2014]

terça-feira, 9 de setembro de 2014

FASHION EASY

Salvador Dali
«Os discípulos do Zen fascinam-me, tal como os discípulos de qualquer outra corrente teológica ou filosófica. Encontrado o fácil, justificada a identidade com a corrente de ideias ou com o grupo que as sustenta, tudo passa a ser possível justificar, sem sequer, previamente, se analisar seja o que for, que vier. O jogo da confiança desempenha, aqui, um papel verdadeiramente traiçoeiro. Parece-se com as formas de raciocínio indutivo que todos nós utilizamos. Se o Sol nasceu ontem e anteontem então é quase certo que nascerá amanhã. E se não nascer, como é que é ? Certo que parece haver uma certa regularidade na natureza. Daí existirem tantas ciências. Exactas ? Por favor, não! É bom dialogar com seres diferentes, tentar compreender os engôdos mentais em que se dizem 'libertar', 'curar', 'abrir ao mundo'. Somos, de facto, fascinantes! E enquanto alguns discutem a metafísica da verdade a física interpõe-se e, de repente, toda a equação se baralha. Afinal, onde está a verdade ? Quando me aproximo de algo que me pareçe ou me é apresentado como verdadeiro, ganho cada vez mais suspeitas. Não tenho pena nenhuma, nem sequer contemplações. Os titulares da verdade sempre oscilaram ao longo da História. Nem Zen, nem Nirvana, nem Buda, nem Jeová, nem Cristo, nem Uno, nem Deus, nem verdades absolutas. Compreende-se que a labuta diária facilite esta preguicite aguda de procurar o mais fácil, o mais eficiente, o mais rápido. A solução com cuspo, diria! Dirão, alguns, que tudo isto não passa de teoria. Talvez, talvez....Mas morrer por certezas infundadas valerá mais do que morrer de incertezas ?»[noético-05/09/2014]



A POINT OF NOTHING

Homage to Newton - Salvador Dali
«I could say that I won't change my mind until you proof me that I'm wrong but that would be the same fixed point of view that we both use to influence each other or to state a point. So forget it...»[noético-05/09/2014]










NOSTALGIA...

npa@2014
«After all what is nostalgia ? Well let us look to the present. If we are focused on patterns each day seems like yesterday and we expect the future will accomplish with that same pattern. If we see every day new details our experience will never equal except for the constant news that each moment presents to us. So when we look at the past in a nostalgic way about what had made us feel good what are we looking for ? What kind of nostalgia we seek ? It seems that we are petrified in front of a mirror just looking at it's admirable reflex without never leaving the present and the forms we almost of the time keep looking for.»[noético-09/09/2014]