Hoje a Morte falou com sonâmbula loucura
Desse êco em que gravou nosso ser sem figura.
Olhou-se num espelho nefasto e embebedou-se num delírio de crente
Fitou esse olhar anónimo de um feto moribundo gerado em águas do seu próprio mundo...
E silenciou-se no escuro tumular, no elo simbiótico de uma esposa infiel com medo nevrótico do extâse lunar...Esse anjo imortal tornou-se tabú, um sonho amoral, um Eu e um Tu.
O mito perdura na dor que vincula o devir inseguro à inscrição tumular!
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