«Não sou um milímetro do que queres que seja. Não nasci, para obedecer a
imperativos emocionais, racionais ou outros. Para o que nasci, a ti
mesma/o te pergunto ? Sabes tu ? Saberei eu ? O que sabes, julgas,
imaginas, pensas que, sabes, é um longuíssimo discurso, uma prosápia da
vida, uma 'never ending story'. Ainda bem! Se admitires isto, então, não
estás ou és predestinado/a. Ou, então , consideras-te
como tal e, apesar de tudo, gostas de ser dominado/a. Lembra-te,
dominado/a vem de dominum (Deus,domínio) e usas isso, como se lesses um
jornal periódico na maior das inocências, ignorantes. Medir as palavras é
saber muito bem o que elas querem dizer, o que evocam, o que pretendem
significar . Sem isso, nem a gramática, nem a semântica, nem nada
te salvarão do teu dicionário amestrado!»[noético-04/02/2016]

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