sexta-feira, 6 de junho de 2014

TEXTOS SOLTOS II

«Oh, inteligente! Quando é que assumes que quando me querias bem só me fizeste mal? Já nem penso nas oportunidades de vida que por tua causa, e dito amor, desperdicei. Está bem. Foi um percurso. Queres que assuma? Pois bem...Também eu te causei inúmeros estragos quando te amei. Nenhum de nós esteve errado, simplesmente não existem nem príncipes nem princesas perfeitas. E agora, reflecte sobre o amor. Como é que alguém consciente pode prometer isso? Sim! A psicologia comercial vende bué de constructividade relativamente às relações condicionadas. Essas, os psicólogos ainda conseguem gerir. Mas, se fizéssemos uma estatística real a coisa já não pareceria tão científica e tão eficaz. A culpa, odeio culpas, não é da ciência ou dos psicólogos, mas reside, mais uma vez nos crentes. Caramba!Por que será que todos os caminhos reles vão sempre dar a Roma? Por que será que ainda hoje, lá, têm um papado? O ditado é dos romanos, não fui eu que o inventei, mas será que ainda ninguém o aprendeu? Claro que todo o cristão conhece a via sacra, só tem é um problema, aonde estacionar o carro?...O resto são apenas problemas hermenêuticos ou de exegése... Pois é...!»

«The core of religion is cowardness. The faith of believers is behind the same shameless. What goes with scientific thoughts? There also believes. But, above all, the only or probably the only absolute is, that there is no absolute. History, facts and almost everything teach you this. Still, you'd rather believe in holy spirits, Saint Mary, unicorns, Walt Disney and probably in Hitler, Mussolini, Stalin, European Union and other ghosts...I know you have some questions but...Why don't you have the courage to ask them? Are you mind impotent or just ignorant?»


«E dizia a beata, ainda para mais Suiça, ao passarinho: por que é que não acreditas em Deus? E responde o passarinho: por que é que não acreditas em mim que estou à tua frente? Vem depois nova pergunta. Quem tu pensas que te criou a ti? Resposta do passarinho: os meus pais. Mas nunca te interrogas sobre quem criou o universo? Sim, interrogo-me tal e qual como tu, mas não existe nenhuma evidência de que foi Deus. Ah, então tu esperas provas, enquanto eu, já acredito. Bem...Com todo o respeito, sejas suiça, irlandesa, espanhola ou portuguesa, por acaso sabes quando inventaram o Espírito Santo? Ah, não sabes?! Vou-te dar uma ajudinha...»
 
«Desculpa lá ó crente, por acaso sabes quando foi inventada a Digníssima, Santíssima Trindade? Caramba! Não digas nada! Concílios ? Nunca provavelmente houve, são todos mentira. Credo...Niceia, 325 dC.

"Cremos em um só Deus, Pai todo poderoso, Criador de todas as coisas, visíveis e invisíveis; E em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho de Deus, gerado do Pai, unigênito, isto é, da substância do Pai, Deus de Deus, Luz da Luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial do Pai, por quem todas as coisas foram feitas no céu e na terra, o qual por causa de nós homens e por causa de nossa salvação desceu, se encarnou e se fez homem, padeceu e ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus e virá para julgar os vivos e os mortos; E no Espírito Santo. Mas quantos àqueles que dizem: 'existiu quando não era' e 'antes que nascesse não era' e 'foi feito do nada', ou àqueles que afirmam que o Filho de Deus é uma hipóstase ou substância diferente, ou foi criado, ou é sujeito à alteração e mudança, a estes a Igreja anatematiza."

Este gajo é maluco! Mete o credo e a ignorância no lixo, arrota e espera que ressoe como um tiro de salva.

«Do you know what was the common name in your country in the time of christ? Do you?Just study a little and then you'll see!»
 
A propósito, Silva é hoje tão comum como Jesus o era noutros tempos....Mas a malta acha que sabe do que fala...Enfim...Deixá-los...O que não conseguirão nunca é amordaçar-me enquanto for vivo e, se o conseguirem, também eu, já deixei bons discípulos. Tomem lá para ver se aprendem a respeitar quem não vos anda a endoutrinar como o vosso espírito manipulador e doutrinário faz!»[noético-06/06/2014]


«Desculpem-me lá oh beatas eu sempre disse que era e sou ateu. Lamento se me amam, amaram ou simplesmente me quiseram converter. Queriam ser minhas novas mães, armadas aos cucos que convosco seria diferente. Enfim... Não há repelente para o vosso discurso! Por acaso, sendo ateu, até respeito as vossas crenças a que chamo balelas! Mas ter que vos ouvir a todo o instante parece-me uma falta de respeito. Eu aviso-vos sempre. Vocês insistem no erro de evangelizar. Quanto a isso, se me passo dos carretos, mando-vos bugiar. Para mim, é muito mais simples! Respeito desde que me respeitam, a partir daí, salve-se quem puder! Se não perceberam isto ou não querem perceber, simplesmente vos digo, em bom português, desamparem-me a loja, pois, já não há mais paciência! E isto é também um alerta para certos tipos do tão chamado femeninismo!»

[noético-06/06/2014]

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