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| Courtesy of www.Jackson-Pollock.org |
A vida cria-nos e é criada. Ela não é absurda como Camus defendia. Ela, pura e simplesmente não tem um só sentido e, no entanto, contém-los a todos. Ela, não é gerada como um artefacto acabado mas, antes como algo que se enlaça e desenlaça, fia e desfia. Não é um novelo, nem uma linha mas, antes uma profusão de novelos que se entrecruzam numa tecitura, assíncrona-síncrona, diacrónica, policrómica. Profusão de tempos e espaços que se interceptam, coexistem, interferem se equilibram ou se anulam. Movimento e pausa em simbiótica polifonia.

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