«O que alimenta o amor não é a vontade que falta muitas vezes. Por
questões de interesse ou de vontade mantem-se uma prisão a funcionar
muitas vezes. A separação e o divórcio não são dois corvos agoirentos.
São duas soluções humanas, muitas vezes meritórias e quase sempre
benignas mas que estão fora do alcance de qualquer deus. O amor? Esse...É
uma carta fechada. Pode durar apenas, o tempo de se recuperar da
surpresa. Se o amor dependesse da vontade estaríamos tramados, como quase
sempre o estamos noutros capítulos da nossa vida. A tenacidade pode ser
uma virtude como igualmente o nosso pior defeito. Mas isso não é amor. O
verdadeiro amor vive mais da compreensão e da abnegação do que do regador de
qualquer pseudo-jardineiro de corações. Mas, o amor tem uma coisa boa.
Não é eterno, nem é dever, nem é obrigação. É bem querer sem mais
rodeios e pode não durar mais que uma madrugada ou prolongar-se, até, uma vida inteira.»
[noético-20/12/2013]
sábado, 21 de dezembro de 2013
O REGADOR DO AMOR
«O que alimenta o amor não é a vontade que falta muitas vezes. Por
questões de interesse ou de vontade mantem-se uma prisão a funcionar
muitas vezes. A separação e o divórcio não são dois corvos agoirentos.
São duas soluções humanas, muitas vezes meritórias e quase sempre
benignas mas que estão fora do alcance de qualquer deus. O amor? Esse...É
uma carta fechada. Pode durar apenas, o tempo de se recuperar da
surpresa. Se o amor dependesse da vontade estaríamos tramados, como quase
sempre o estamos noutros capítulos da nossa vida. A tenacidade pode ser
uma virtude como igualmente o nosso pior defeito. Mas isso não é amor. O
verdadeiro amor vive mais da compreensão e da abnegação do que do regador de
qualquer pseudo-jardineiro de corações. Mas, o amor tem uma coisa boa.
Não é eterno, nem é dever, nem é obrigação. É bem querer sem mais
rodeios e pode não durar mais que uma madrugada ou prolongar-se, até, uma vida inteira.»
[noético-20/12/2013]
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