sábado, 25 de janeiro de 2014

AO PASSAR UM NAVIO...

«Tu sabes que não rezo. Sou a-Teu. Vás para onde vás, aqui, em mim terás pouso. Não. Isto não é nenhuma promoção, nem mais uma campanha publicitária. Eu amo-te. Tu sabe-lo, ponto. Não há como explicar, nem a parvoeira de justificar. É assim e pronto. Estou acostumado a que doa e vai doer da alegria de te esperar.Mas destas dores, a gente nem sequer dá pelo passar do tempo.»[noético-24/01/2014]



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