«Não
existem razões para exultar ou para escarnecer. A tua efemeridade é
gritante. Limitado, demasiado limitado a ponto de nunca variares para
além de duas ou três vertentes. E tanto, mas tanto tempo na demora em
aprender da vida o vernáculo. Não podes dever tanto tempo. Não podes?»
[noético-19/09/2013]
[noético-19/09/2013]

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