«Que
fique de pé o que ficar. O que sobrevive não é certamente e sempre o
mais claro ou o melhor, mesmo que seja o adaptado ou o sobrevivente a um
holocausto nuclear. Inúmeros exemplos existem que o comprovam que não
creio necessário enunciar. Neste sentido portanto as evidências ou o que
é ou parece evidente valem o que valem. Ou seja, dentro do espectro do
conhecimento têm também o seu peso relativo tal como tudo aquilo a que
chamamos factos.»
[noético-20/09/2010]
[noético-20/09/2010]

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