quinta-feira, 11 de setembro de 2014

TIME AND TIME AGAIN...

«Se calhar é um erro, enviesado, de observação que a maior escala, ampliado, perderia por certo a razão. Contrariamente, tudo se amplificaria. Pois é...As máquinas não podem parar, os animados não podem parar, se a fábrica de marés pára, adeus surf, adeus ossatura, adeus alminhas asadas, adeus tudo. O crash, o rebentar da onda acabaria com a nossa fé, o nosso fabricar de um desejo que deseja, a nossa forma de humanos, num ápice. Ai, como parece sanguinária esta sede artificial que alimentamos pelo futuro...Futuro que nos chega da luz do passado em contradição com a metamórfica camuflagem do cénico futuro. Como é futuro se é contado para trás ? Como é passado se nos é presente adiante? Este relógio deve andar equivocado. Só pode. Ou será que nos anda a faltar é um fiel de balança ?»[noético-10/09/2014]


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