Não somos santos, nem malignos, nem loucos. Temos dos três um pouco. Ainda bem que, por vezes, é muito melhor o não ser que somos do que, o não ser que supomos ser. Ser, portanto, não é a única razão de existir e, por vezes, existimos não sendo, tal como, muitas vezes somos, não existindo. Convém clarificar. Existir não é o mesmo que viver. Estar vivo, ser vivo não significa existir. Também, existe muita coisa que não é viva.
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