Primeiro, as máquinas não pensam pois não possuem autoconsciência ou sequer consciência moral. Deveriam arranjar outro nome para o caso. Segundo, diz-se que elas pensam porque cada vez nos deparamos com seres cada vez menos pensantes, o que constitui um facto. Vejamos... Vocabulário cada vez mais básico. Incapacidade quase total de cálculo só possível com o apoio da máquina. Sem vocabulário não há capacidade de relacionar conceitos e, portanto, de ajuizar. Raciocínio lógico só a máquina é que faz. Sem a faculdade do juízo, como se compreende ou analisa ou se sintetiza ou discerne ? É a geração mais bem formada de sempre ou talvez a geração mais inapta de sempre o que é verdadeiramente assustador face ao futuro ? Óbvio, como em tudo, há exceções, mas estas, estão prestes a valer Diamantes face à sua cada vez maior raridade. Apoiados nestas realidades sociológicas junta-se um coro de mendecaptos que têm uma fé tecnológica, com base na ignorância, em tudo o que lhes parece moderno, chegando quase a constituir uma nova religião salvítica. Apetece dizer; continuem, continuem que vão bem!
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