«Uns
dias acho-te piada, outros, nem por isso. Amar-te, significaria fazer
sempre a ponte entre esses dias ou sentimentos diferentes. Mas, o amor é
apenas, essa ficção da ponte que uniria as duas margens, que nem sequer
são do mesmo rio...E nem sequer, todos os rios correm para o Mar. E o
Mar, não é o paraíso, nem o inferno sequer. Por isso, deixa-me apenas,
achar-te piada e já é suficiente!» [noético-14/03/2014]

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