«Na saudade cabe um sem número de frustrações.Cabe ou não ? Vale a pena
falar sobre isso ou é melhor ocultar, para que quem fala disso possa
fingir que não sente, ou que ultrapassou o que sente, ou whatever...
Desculpem-me! Estamos em Portugal. Agora, todos temos que saber o
significado de Whatever. Será que nas escolas inglesas se faz o mesmo ?
Bem...Isso, deixo aos n[osso admiráveis eurodeputados europeus...Os
duques e barões lá sabem!?...Sabem ?...Nunca conheci gente tão idiota
a mandar, parece uma comparação mal feita, pois, a própria História
parece cheia de aleijadinhos mentais que triunfaram. O problem não é o
escandalo católico apostólico romano do triunfo e a sua própria
vergonha, algo que os que professam essa religião nunca confessam.
Afinal, passaram, por mais desculpas que peçam, larguíssimos anos a
pedir desculpas pelas fogueiras em que queimaram os próprios irmãos.
Sim! os próprios irmãos, de acordo com a sua doutrina. Então ?
precisamos de irmãos destes ?...Isso seguirár noutro comentário. Por
agora, falamos da famosa saudade. Saudade de quê ? Do futuro, do
passado, mas nunca do real e do presente. Pois, eu funciono ao
contrário. Não lamento. Apenas tenho saudade, do real e do presente
embora nemsaiba como o explicar. Mas, será que eles, sabem explicar as
saudades do passado (algo que não existe) e do futuro (algo que também
não existe) com melhores argumentos ? Ahahahahah...Duvido,
francamente!»[noético-21/05/2014]
quarta-feira, 21 de maio de 2014
NÃO, NÃO SOU O ÚNICO...NÃO SOU O ÚNICO A OLHAR O CÉU!
«Mostra-te, defende-te, luta! Parece um mote e não passa de uma
inutilidade! Mostrar-te por que razão e se tiveres uma, será que a razão
também não se equivoca, morcão ? Defende-te, por que motivo ? Será que
só te tens que defender quando possuis motivo e que defenderes-te é a
melhor estratégia, morcão ? Luta, porquê ? Tens que ser assim tão
amestrado que obedeças às ordens como um cão ? Pensa pelo menos nisto,
morcão e mais nem sequer digo!..Não, não sou o único a olhar o céu, palhaçoide!»[noético-21/05/2014]
segunda-feira, 19 de maio de 2014
I'M JUST A ORDINARY MAN
«Que estranho ?...Estranho ?...Já te causa estranheza que seja um homem
simples ? Acredito que sim! Afinal, que esperarias ? Que deixasse de o
ser ? Que deixasse que todos pensassem que valho assim ou assado ? Eles,
pensam isso. A medida, pertence-llhes. Pelo contrário, a vida
pertence-me a mim e essa, nem eu sei medir. Sabes o que irás fazer
amanhã ? Acredito que penses que sim. No entanto, não acreditarei em
nenhuma palavra que me disseres hoje sobre o teu amanhã. É que, até
poderias moldar a tua vida de acordo com o conhecimento que mais ou
menos tens de ti. E, ainda assim, se à segunda-feira quererias estar
alegre e desenvolver actividades alegres com a tua alegria, ainda assim,
não saberias nunca, se irias realmente estar com essa disposição, mesmo
tendo um humor muito constante. Agora, imagina-me a fazer essas apostas
sem nexo, eu, que sou de humor inconstante, ou que, pelo menos,
reconheço que não me levanto de bom humor quando desejo ou pretendo...Já
viste o frete ?... Ter-me comprometido para estar alegre quando afinal
até poderia ter motivos de sobra para estar triste ? Claro...Existe o
teatro, o heroísmo, a abnegação. O palhaço que ri por fora e chora por
dentro. Mas, será que vale a pena ? Diria Pessoa que sim. Mas eu, não
sou Pessoa, e será que tu o és ? És grande, só porque finges ?... Ou, és
grande quando és verdadeiro e autêntico ? Pensa
nisso!»[noético-19/05/2014]
O CIÚME E O AMOR
«Ainda hoje, ouço dizer que se alguém sentiu ciúmes isso é uma prova de
amor. Até o famosíssimo Lobo Antunes diz que o ciúme faz parte da
vida...Enfim, ele não o diz deste modo, pode ser uma adulteração minha,
mas, não me fico com esta idiotia do que nos dizem que faz parte ou não
da vida. Talvez da deles, faça sempre parte...Da minha, raramente o faz.
O ciúme existe, isso, é indiscutível. Mas tomá-lo como sinal de amor,
deixem-me dizer-lhes, é um profundo disparate! Amar nem sequer tem
objectos e afinal, muitas mulheres e homens até se tentam livrar desse
estigma objectual. Amar é o cimento da vida, mas, não existe uma só e
única e forma de amar. Meter todas as formas e expressões do amor num
mesmo saco é mais um profundo engano. Claro que a propaganda e a
publicidade tentam condicionar tudo, até mesmo as formas de amar, de
acordo com a agenda de quem lhes paga para publicitar. Mas alguém
torcaria o amor a um filho/a por um anúncio comercial ? Estou certo, que
muitos trocariam. Não! Não se trata de gôzo, trata-se de real
experiência empírica! Mas, voltemos, ao que parece ser um subsedâneo
menor do amor, o ciúme! Ela ama-me ou Ele amam-me. E depois, segue-se a
cartilha idiota e esgotada do ciúme. Se ele ou ela saem com os amigos,
tremo de medo, de insegurança, no misto egocêntrico do que sou e
esquecendo-me do que o outro é, acabo por fazer uma giríssima cena de
ciúmes apenas para lhe provar que sou capaz do teatro ou então, para lhe
garantir que é minha única propriedade. Que estranha forma de amar,
esta!...Fazer do outro nosso palco, cenário das nossas próprias
histerias pessoais, pior, nossa pretensa rpropriedade. Será isto,
realmente amor ou amar ? Tratar o outro como título de propriedade não
seria mais próprio de algum vendedor de imobiliário ? Enfim!...Ainda
assim, alguns turcu-manos, não os turcos coitados, actualmente vivendo
sob o 'despeito respeitoso' da União Europeia, do tirano Erdogan,
preferem que o ciúme faça parte daquilo que consideram uma forma de
amar. Pois, que eu saiba, por ciúme e não por amor, Abel matou Caim,
isto para os seguidistas da religiãozinha de que se dizem seguidores,
pelo menos, aqui, por estas bandas cristãs, apostólicas e
romanas...Ahahahah...O ciúme é apenas uma manifestação de menoridade, de
estupidez socialmente aprovada. Ainda há gente que entende que o amor é
urinar como os lobos fazem para demarcar um território. Pois, é! Eu
comparo esse tipo de manifestação a um jacto de urina dos lobos ou dos
tigres. Ai, ai, que não me compreendem...Olha que chatice! Se não
entendem, deixem de se comportar como imbecis. O ciúme não leva a lado
nenhum! Não passa de uma profunda imbecilidade ou de um simples atestado
de menoridade intelectual. Amar, nada tem a ver com ciúme. O amor, por
natureza é livre e liberto, aberto e não fechadinho a cadeado, encerrado
num cantinho a que chamamos casa. O amor, não tem nada a ver com
paredes, portas, janelas e recantinhos aconchegados que mais parecem
caverninhas platónicas, hoje, vendidas para acampamentos designados
parques....Ahahahah...Pois, é! É perfeitamente possível atravessar num
só discurso milhares de anos de História de imbecilidade consentida e
valorizada. Mas, por favor, não me falem de valores, senão até vomito o
meu estado de auto-sobrevivência, essa casualidade que nem consta de
nenhum anal, ou revista cor-de-rosa!» [noético-19/05/2014]
domingo, 18 de maio de 2014
IN THE WINGS OF DREAM
«A
penumbra dos teus olhos trespassa os meus dedos e todas as cicatrizes
se rasgam na minha pele. O vento agita-se, como um vestido de sangue
coagulado, sob o céu. Fecho os olhos e encontro o teu sorriso, junto ao
meu, como se, fossemos iguais, na melancolia que nos une. É bom,
saber-te alhures, por aí, viva, movendo-te serenamente para diante. É
bom que o sangue não nos ferva, enquanto tudo, acontece...»
[noético-18/05/2014]domingo, 11 de maio de 2014
SILÊNCIOS DO TEMPO
«Odeio que me perguntes é o que devo dizer-te. Mas no intimo até prefiro
ser mordido pelas tuas questões. É claro que esta forma bipolar e quase
esquizofrénica de estar me incomóda muito. Depois...Mais tarde,
poderemos acusar-nos de nunca termos perguntado, de ter enunciado as
perguntas fora de tempo, etc. Estaremos finalmente dizendo que as nossas
alucinações se tornaram reais quando afinal apenas vivemos a fantasiar o
tempo, sem dizer.»[noético-11/05/2014]
THOSE...
«Those who were never mothers never asked that one day would be dedicated to them but they are still women.» [noético-11/05/2014]
O EFEITO DE NADA...
![]() |
| Pietro Spica |
QUEM ?
«Quem
me empresta umas lágrimas para poder chorar ? Quem me oferece a arte
que nunca saberei criar ? Quem me manda, aqui, por a perguntar ? Quem me
concede aquilo a que ninguém tem acesso ? Quem me confessa o que eu
nunca confesso ? Quem me diz o que nunca saberei dizer ? Não, faço eu,
simplesmente o mesmo, ou seja, ignorar, quando esta inconcebível
melodia me obriga a cantar ?...»[noético-11/05/2014]
A PERGUNTA QUE NUNCA RESPONDESTE
«Ando
às voltas com uma questão. Será ético que alguém descubra, crie ou invente
alguma coisa, acompanhada de boas razões, que afecte a vida tantas
pessoas, mesmo se dentro desse rol de pessoas muitas nunca o tivessem desejado
ou querido, preferindo até, talvez, que tal nunca tivesse acontecido? Se não
sabes a resposta, não respondas. Se a sabes, não respondas na mesma. Se quiseres fazê-lo, fá-lo, mas não me provoques o riso, que até já me estou a rir à gargalhada! »[noético-11/5/ 2014]
EXISTE SEMPRE UMA NOVA CANÇÃO
«Estou
saturado desta fadiga...Tudo me pesa e é tão leve. Parece poeira levada
pelo vento que não consegui agarrar...Tem sido uma viagem a que não
encontro começo...Um sortido de tempo sem ponteiros de relógio...E um
raio de sol por vezes escorre-me como lágrima quando te penso...Há horas
em que somos notas soltas, folhas caídas sem chão. Não me escutes o
pranto pois existe sempre uma nova canção.»[noético-11/05/2014]
quarta-feira, 7 de maio de 2014
A MESQUINHEZ DO FORA E DO DENTRO
«Medo é a palavra que nunca temi. Prefiro ser louco, sem eira nem beira,
mesmo que isso me faça cair na berma e ser enjeitado. Estar de fora é
apenas uma virtualidade de quem coloca cercas e barreiras a tudo, para
se sentir seguro (afinal incerto e inseguro e medroso) no seu caminho.
Senão para que precisaria de linhas, beiras, pontos de referência,
cercas, muros, estados classificatórios? A liberdade é o maior medo. Sem
travões ou limites, fica-se sem horizontes, metas, objectivos,
interesses, bye, bye, Kant! O que nós queremos mesmo é gaiola! Quem se
diz de fora, coloca-se como uma marca na prateleira de quem consome.
Quem se diz de dentro, acha que todo o universo lhe é estranho. Não
passamos desta retórica mínima. Somos, bichos. Bichos da
mente...Xenófobos até às alturas, onde apenas pode existir um só Deus,
por exemplo. Todos os outros, são cópias, como dizia o Platão.
Enfim...Quando se pensa assim há milhares de anos, nunca se faz mais do
que meter a pata na poça e remexer no esterco. Enlameados soa até melhor
do que Iluminados, apesar de até ter havido um século com esse nome.
Houve, e ainda hoje muitos se referem a ele, como se procurassem ainda
hoje, essa iluminação nos candeeiros que compram nos supermercados. A
escuridão não se apaga por causa de uma inovação técnica. Ela, é bem
mais radical e profunda. Radica na nossa real, ignorante e obscura,
vaidade!»[noético-07/05/2014]
EVERY ROAD IT'S A ROAD
«If
you stop until you feel ready there will never be a start. But, besides
that don't run crazy. Every road can wait.»[noético-06/05/2014|
LET'S M.I.T. EVALUATE NUNO CRATO ON MATHEMATICS
«Worst
than lose your tongue is to lose your ground. If till then you have
never spoken then you should have done it, cause then you'll have been a
colaborator ! So speak while you can.»[noético-06/05/2014]
FOR ANY IDEA I BETRAY YOUR KING Feat THE MAXIMUM OF PROSTITUTION
«Durante
o dia penso como uma espada de aço reluzente afiado. E vivo pela espada
como se não houvesse piedade. Estou disposto a matar a quem quer que
afronte os meus sonhos. Só há noite não mato pois sou só eu com os meus
sonhos e nada mais para enfrentar. Pareço uma criança mimada todas as
manhãs. Ai, jesus!...Odeio ser contrariada. Posso até tornar-me numa
criança violenta, capaz de siderar alguém
com a minha técnica e razão apurada...Mas à noite já faço parte desse
clube de barracão chamado humanidade e...Sim, já pareço dar-me ao luxo
de ser alguém como se existissem instâncias celestes que indemnizassem
esta minha diurna sede de retribuição. Sim! De manhã só posso vestir uma
armadura dourada e brandir a espada cortando goelas a todos os que se
opoem às minhas alucinações. À noite já posso sentir-me cordeiro, nos
braços de qualquer mulher, sempre, em nome de um direito que conquistei
durante os momentos de luz. Sou visceralmente um imbecil, mas, que nunca
o saiba a minha Guinevere. Nunca belisquem a miséria da minha armadura.
Não concordas comigo minha dama dos afogados? »[noético-06/05/2014]
QUIET WHAT FOR ?
«Someone
asked me if I could be quiet. I answered him that if I would really were
quiet I certainly would be dead. That's why i first take notes of my
ideas and then after I'll correct the language
errors.»[noético-06/05/2014]
UM SHOPPING MENTAL
«Sim...Só
a Arte me faz pensar, apenas a Arte! Tudo o resto parecem meras
etiquetas que uso para saber que se trata de um televisor e não de um
ferro de engomar...Coisas, muito técnicas! Porra!!! E há séculos
(mentira, apenas uns anos) perdi a máquina de calcular! Sim...Só a arte,
aquela miséria de merda, aquela besta comercial me faz
pensar...Estranho ? Ahahahah...Dizer Merda para muito tuga é um
termo demasiado pesado! Nem sequer lamento! Culpa, seria uma assunto
muito religioso ou perfeito para a psicanálise. Nem lamento, não é um
grito, nem sequer estar diante do presunto do teu pseudo-julgamento!
Chama-lhe o que quiseres o teu spray anti-mosquito-mental, é-me
indiferente! De facto, nunca fomos feitos da mesma massa. Da matéria, se
formos ao pormenor, por mais que os físicos o escondam, nunca seremos
iguais, imbecil! E quanto ao espírito, essa eflorescência da coisa, bem
material, ainda menos, somos feitos do mesmo bisturi do tão apelidado
deus dos aleijados! Nem lamento mesmo, imbecil. O mundo é todo teu e
tens toda a liberdade do mundo. Tens toda! Só não consegues é por o teu
mundo sobre mim! Nem lamento que a tua sombra me cheire a merda, que
tresande por todos os poros a algo que nem sabes que estás a fazer...Com
o tempo, perceberás a merda que andas por aqui a fazer. Por mim, tens,
salvo conduto, some e segue até às agruras da tua vaidade. A mim, nem
sequer a um canário encantas. Nem o luxo da técnica, te vale sequer. Se
nunca o perceberes, isso, será sempre problema teu. Pensa apenas que com
a técnica chegas a Marte mas não consegues amar todos os teus
semelhantes, imbecil. É preciso dizer mais, sobre o que está errado, no
que falas, na tua pseudo-sapiência de tudo ? Claro que dirás que tudo
são capítulos diferentes, assuntos, classes, conceitos diferentes. E
tudo na tua cabeça soa a contentores, tresanda a estiva por todos os
lados, que pretendes que te diga mais ?...Achas isto violento ? Opá,
pensa nos gajos que nem sequer um bago de arroz ou sequer água possuem
para beber e depois vem-me lá com a tua moralzinha de supermercado!
Pareces mesmo um tipozinho acabadinho de sair de um Shopping
Mental.»[noético-06/05/2014]
OS CARAMELOS E NÃO OS CARACÓIS É QUE MANDAM NISTO
«Não
ou sim...Os teus cabelos encaracolados fazem-me lembrar as pestanas que
queimei...Bem, nunca me incendiei. Talvez esse tenha sido o meu mal, mal
literário. Nunca ter sido o fogo, o abrigo a que todos fomos ensinados.
Sim, eramos nós, eu mais tu e uma caverna! Fomos ensinadinhos para
esses lapsos! Sim, lapsos temporais. Hoje falas em subsconsciência,
inconsciência e todos esses prolapsos linguísticos,
enfim!...Nem sei como...Acho que nunca ninguém soube o que era um
começo até se arriscar e a coisa resultar ou não. Fórmulas arranja-se bem
na ciência. Tens lá de tudo, menos, o resto, o que não está lá, nem nunca
estará e a ciência ficará sempre por o acusar! Por o fazer! Não! Não
estou a dizer mal da ciência, antes de se dizer mal, havia a maldicência
que nem sequer era uma ciência ou sequer uma correção a ela. Mas agora
existem muitos mais «filhos da puta», salvo seja a puta, a única não
virgem que se salva, neste diálogo, mas que se se salvará na vida por não
ser mesquinha como, literariamente alguns palhaçóides a fizeram
parecer. Eis uma diferença entre Paulo Coelho e Fiódor Mikhailovich
Dostoiévski. Mas tudo isso é datado. Tem ou teve a sua época. Tudo é
válido (coisa que os lógicos alérgicos ao tempo nem sequer equacionam –
pelo menos os mais básicos – mesmo que o tempo faça parte das suas
brilhantinas equações) no seu tempo.Mas, ia eu dizendo, algo que muitos
odiarão ler, tentar sequer perceber, achando que tudo está já explicado,
perfeitamente definido, etc...Nem adianta falar com esses intelectuais
de peluqueira (peruca) para quem saiba um pouco de espanhol. Hoje, tudo é
coisa, objecto, alvo de holofotes e se não o for, parece, mais uma vez,
que a falta de luz a torna de menor qualidade...Cuidado com este tipo
dogmático de pensamento. Muito cuidado pois ele anda muito mais bem
desfocado e disfarçado!»[noético-06/05/ 2014]
AS IDEIAS ACIMA DA VIDA DÃO EM DISPARATE TOTAL!
«Há
uma estupidez inerente a todos os que se aclamam nacionalistas.
Conduzidos por proxenetas e doentes mentais que encarnam o poder, alguns
indivíduos, que pensam, mas que se deixam liderar pelos que pensam por
eles, fingem-se de povo, egotistas, que apenas consideram a sua
estupidez a mais iluminada. E assim corre a História dos homens. Eles
nunca aprendem, nem querem aprender, pois, sempre julgaram saber. Esta é a maior ignorância de todas. Aqueles que julgam saber.»[noético-07/05/2014]
«There is an inherent stupidity to all who hail nationalists. Led by pimps and mentally ill who embody the power, some individuals who think, but let themselves lead the thinking for them, pretend to be the people, egotistical, which only consider his stupidity more enlightened. And so goes the history of men. They never learn, do not want to learn, and always judged to know. This is the most ignorant of all things, those who think they know.»[noético-07/05/2014]
«There is an inherent stupidity to all who hail nationalists. Led by pimps and mentally ill who embody the power, some individuals who think, but let themselves lead the thinking for them, pretend to be the people, egotistical, which only consider his stupidity more enlightened. And so goes the history of men. They never learn, do not want to learn, and always judged to know. This is the most ignorant of all things, those who think they know.»[noético-07/05/2014]
quinta-feira, 1 de maio de 2014
DALI E OS VARREDORES DE LIXO
![]() |
| Salvador Dali |
«Este
país ou já só se refaz por milagre dos Santinhos agora canonizados ou
de uma fanfarra de burocratas que deliraram com a queda do muro de
Berlim, mas que deveriam primeiro começar por reflectir que Roma, já
caiu há muito mais tempo. Eu acredito num futuro para a humanidade, mas
não este, que é apenas mais a queda de um Império de Ideias que serviu
sempre de máscara à cobiça voraz ao longo de
todos os tempos da História. O gajo é bom! Aplaudam, louvem, rezem,
tirem-lhe o chapéu! O gajo é uma nódoa, corram-no, escorracem-no,
ostracizem-no, queimem-lhe o pelo como se de uma galinha se tratasse.
Afinal, os nossos instintos acabam sempre nessa fronteirazinha do bom e
do mau, do preto e do branco e o mundo não é assim. Talvez o mundinho o
seja, e as vidinhas o sejam. Assim, a humanidade não nasce e os ovos que
Dali pintavam continuam a ser apenas um desespero de esperança, ou um
esperar eterno pela esperança...»[noético-30/04/ 2014]
BRINCAR ÀS BONECAS
«Como é que é possível aceitar no nosso bestiário mais dois Papas por
decreto consagrados Santos ? Afinal, para que serviu ou serve a ciência ?
A maltinha quer viajar para Marte ou Plutão, mas quer levar consigo o
seu Rei, o seu Papa, os Seus Santinhos e essa comitivazinha seguida
pelos Principescos Governantes. Opá, não vos soa mal todo este
carnavalzinho ? A mim, cheira há anos, não posso dizer séculos porque
não os tenho nem terei. Entretanto, apagar-me-ei, como pó estrelar
num ápice. Mas, enquanto, de olhos abertos, vivo, entendo toda essa
charada. Não, quem vos castiga, não merece punição, pois sois vós que
lhes dais todos os chicotes, todas as armas, sejam elas, os mísseis ou
as vossas tristes vontades educadinhas a seguir, precisamente, os mesmos
passos para chegar a um palácio. Diria, que se a nossa própria vida não fosse
uma coisa demasiado irrisória levada demasiado a sério, que andávamos
aqui, armadinhos em adultos a brincar às bonecas e aos príncipes
encantados...E mais não direi!»[noético-30/04/2014]
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