«Na saudade cabe um sem número de frustrações.Cabe ou não ? Vale a pena
falar sobre isso ou é melhor ocultar, para que quem fala disso possa
fingir que não sente, ou que ultrapassou o que sente, ou whatever...
Desculpem-me! Estamos em Portugal. Agora, todos temos que saber o
significado de Whatever. Será que nas escolas inglesas se faz o mesmo ?
Bem...Isso, deixo aos n[osso admiráveis eurodeputados europeus...Os
duques e barões lá sabem!?...Sabem ?...Nunca conheci gente tão idiota
a mandar, parece uma comparação mal feita, pois, a própria História
parece cheia de aleijadinhos mentais que triunfaram. O problem não é o
escandalo católico apostólico romano do triunfo e a sua própria
vergonha, algo que os que professam essa religião nunca confessam.
Afinal, passaram, por mais desculpas que peçam, larguíssimos anos a
pedir desculpas pelas fogueiras em que queimaram os próprios irmãos.
Sim! os próprios irmãos, de acordo com a sua doutrina. Então ?
precisamos de irmãos destes ?...Isso seguirár noutro comentário. Por
agora, falamos da famosa saudade. Saudade de quê ? Do futuro, do
passado, mas nunca do real e do presente. Pois, eu funciono ao
contrário. Não lamento. Apenas tenho saudade, do real e do presente
embora nemsaiba como o explicar. Mas, será que eles, sabem explicar as
saudades do passado (algo que não existe) e do futuro (algo que também
não existe) com melhores argumentos ? Ahahahahah...Duvido,
francamente!»[noético-21/05/2014]
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