«Quem
me empresta umas lágrimas para poder chorar ? Quem me oferece a arte
que nunca saberei criar ? Quem me manda, aqui, por a perguntar ? Quem me
concede aquilo a que ninguém tem acesso ? Quem me confessa o que eu
nunca confesso ? Quem me diz o que nunca saberei dizer ? Não, faço eu,
simplesmente o mesmo, ou seja, ignorar, quando esta inconcebível
melodia me obriga a cantar ?...»[noético-11/05/2014]

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