«Estou
saturado desta fadiga...Tudo me pesa e é tão leve. Parece poeira levada
pelo vento que não consegui agarrar...Tem sido uma viagem a que não
encontro começo...Um sortido de tempo sem ponteiros de relógio...E um
raio de sol por vezes escorre-me como lágrima quando te penso...Há horas
em que somos notas soltas, folhas caídas sem chão. Não me escutes o
pranto pois existe sempre uma nova canção.»[noético-11/05/2014]

Sem comentários:
Enviar um comentário