quarta-feira, 16 de abril de 2014

À MERCÊ DA LEI

«Eu sou cansativo, como as normas de um tribunal, como as leis, como tudo o que para mim faz sentido, para além da mediocridade dos que fazem leis....Essa merda!... Nunca existiu isso para mim, até certa altura, em que se tornou doença! Odeio leis, pois elas nunca me ensinaram, nem sequer as sigo na integra. Adoro-as, por isso, (com sarcasmo) é por isso, precisamente para isso, que elas são mesmo, para fazer sarcasmo! Puta que as pariu as leis! Okay, chegaram os bimbalhões da nova era, os educadinhos, do costume, os educadinhos de todas as eras e disseram... Mas disseram o quê ?... Perdão, seria o natural estilo linguístico, essa peçonha, pseudo, meio religiosa, esse nojo, que nos tem conduzido séculos e séculos para que finalmente hajam projectos de Felicidade para ti estúpido, educado, demente!!!!! Quanto mais tempo acreditarás? Quantas mais horas dedicarás, imbecil, a esse movimento????...Até fico sem palavras!»[noético-15/04/2014]

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