«I'm always learning. What I really don't know is if I'm learning everything right starting with my own ignorance and suspecting that not all the lessons that someone can teach me are in fact worthy to be learned ? !...»[noético-27/09/2014]
«Ser-se autêntico só é possível quando se é genuíno ao longo do percurso
de uma vida. A mentira, nada pode fazer contra isso, ainda que, todos
nós, por vezes ou tantas vezes, nos tenhamos socorrido dela. Quando
conhecemos uma pessoa real tudo isso transparece. A honestidade, não
consiste em nunca se ter mentido mas, sim, na fidelidade que ao longo de
uma extensa vivência, se manteve consigo próprio. E, de súbito, esse
real que experimentamos no contacto com uma pessoa manifesta a espessura
de um tempo. Um tempo de mudanças e decisões, cuja aparente dissonância
faz, apenas, parte da partitura de uma única e singular totalidade de
pessoa. É então que essa pessoa ganha, para nós, contornos de beleza que
nos maravilham.»[noético-30/09/2013]
«É sempre a expressão desta inquietude que grita como o apito sonoro de
uma locomotiva partindo de uma estação. Em redor tudo inspira, numa
sofreguidão de paisagens que deixa, aos sulcos, pisando esses carris,
transparecer o meu pouco à vontade em cada nova viagem. Vapores
escaldantes exalam das caldeiras da alma como frémitos de um tempo que
se vai arrastando em marcha lenta, sedimentada.»[noético-30/09/2014|
«Thinking ... In the future ... For now, it is still possible to think
in this case, that imaginary life ... Seven billion humans ... A very
small part, not always the most enlightened and empowered human
governance leads in . Great ideals throughout history, flag and
constituted so little, in fact, few has been achieved. However, it is
possible to say, that is a fact that many more humans live in peace than
those who live in war. This, however, can not reassure us, when old,
women, children and men die victims of economic interests, greed for
power and the struggle for wealth. How can everyone be rich ? ... And
what is after all wealth? There is only one type, a single form? There
is some right of some that they can have what others never will achieve ?
... The common psychology slogans delivers style, say, want is power,
who always tries to reach something will get it, and so on... But, it is
truly a deceit. The philosophy goes ahead, the fight continues, hope is
the last thing to die, do these things, everything must be moving, for
any reason whatsoever, blasts. There are resources for everyone, it is
said. False. The logistics for their equitable global redistribution
would still involve more resources than those over available. The
sustainability of life on the planet, gives many fuel to think ... It
would be nice, that the summit of heads of state facing climate change
issues, was generous and fruitful. But not enough! What has been done
about the education of the population, accompanied by a change in
industrial, commercial and production paradigm? Very little. Consume,
consume, consume! Behold, what continues to happen. Change your mobile
device, tablet, TV, car, house, etc. Believe in innovation, and follow
the best and enjoy the artifacts of what this psychosis of technological
innovations has to offer. The economy can not stop. Factories can not
stop. Life can not stop. So what's the solution if everything is the
same, following the same logic that led us unstoppably to this almost
paradoxical situation that puts us almost in danger of extinction? The
inevitable heavens and gods, do not come to save the 'madness of men.'
Even intervene. Too bad, they have muted for thousands of years. We
never knew any news of them, not even a miracle! We think and say, we
have enough technology to preserve ourselves. But the technology does
not perform miracles without a radical change of mindset economic
paradigm and the ways of living. Who does not understand this, speaks by
ignorance or maybe just babbles. Wars? Give way to some or all of which
some die? To what purpose? With that order? If all religions say that
they are peaceful, why are they the first to cause wars? Strange? Well,
there is an arms industry, which is based on said self-defense. Lie, a
nuclear intercontinental ballistic missile is a weapon of aggression,
never was or will be a defensive weapon. Say, is deterrent. Deterrence,
yes, through fear, this feeling that politicians and policy instills in
people, so that they fanatizem around a single idea, be it national,
community or another, leads nowhere. No matter education, the aim is to
instill fear. Yes, fear. The fear that Scotland is separate from their
eternal settlers. That Catalonia referendum settles its separation from
Spain, etc. They tell us, Europe was made to integrate and not to
separate. But everything is valid ? Of course, not! Integrating sounds
better, but join by force does not work. Who said the Scots singling up
the famous British community (which has little in common), not
reintegrate back into the European Community, but otherwise? It costs
money? Of course. So, as you need to save money, the logic is to banish
the rights, silencing discourses, prevail and triumph in the same single
line of thought. There is no money for such luxuries. If the
democracies can not sustain it, so why continue them? Is it also a
new form of fanaticism, which is criticized both to be taught and
encouraged in madrazas, where the Koran is distorted, to drag crowds?
Integration at all costs? The dictatorship of the majority? And if the
majority is completely confused, muddled, wrong and proceed with its
ignorance or stupidity? Is it worth following in his footsteps? What has
been done to actually improve the overall culture, to make the closest
citizens of culture, to foster constructive critical thinking in our
Western societies in general? Almost nothing or even the contrary.
Rebellion? It is welcome. An anarchist that sprays an ATM is a
terrorist, wild, shameless. A banker who deviates millions, which will
force all the people to pay their misconduct or incompetence of
management is not, actually. Maybe it's a model citizen ... Why? Who
really caused major damage to property? Someone talks about this? Are
all outraged ? But the indignation serves anything when the power is
completely addicted either by political interests, economic interests or geared for immediacy? Do these people think about the future of
their children? Would they love them in fact? They only disguise it very
well? ... It seems... But it is useless to accuse. However, we are and
should be free or be free to judge, not in the sense of condemnation,
but about the assessment of what is conceded by proxy vote to a few. Do
they deliver what they promised? They knew well what they were going to
do ? After all, what was their strategy? What were the general lines of
the project for governance? Just don't raise taxes? Taxes ... But it was
not what the Romans did in times dating back prior to the Christo? Have
we evolved something about this aspect and in many others? What do we
have actually learned or has been taught to us or was made available to
us to learn? ... »[Noetic-23/09/2014]
«Pensando...No futuro...Por agora, ainda é possível pensar nessa
hipótese, imaginária, de vida...Sete biliões de humanos... Uma ínfima
parte, nem sempre a mais esclarecida e habilitada os conduz na
governação humana. Grandes ideais, ao longo da História, constituiram
bandeira e tão pouco, na realidade, foi alcançado. No entanto, é
possível dizer, que é um facto de que muitos mais humanos vivem em paz
do que os que vivem em guerra. Isso, no entanto, não nos pode
tranquilizar, quando velhos, mulheres, crianças e homens morrem vítimas
dos interesses económicos, da ganância pelo poder e da luta pela
riqueza. Como se todos, pudessemos enriquecer ?...E o que é afinal a
riqueza ? Existe só um tipo, uma forma ? Existe, algum direito que
alguns tenham a mais do que aqueles que nunca o poderão vir a ser ?... A
psicologia comum, debita slogans do estilo, querer é poder, quem
procura sempre alcança e afins. Mas, é, verdadeiramente um engôdo. A
filosofia do segue em frente, a luta continua, a esperança é a última
coisa a morrer, faz destas coisas, põe tudo a mexer, seja por que motivo
for. Há recursos para todos, diz-se. Falso. A logística para a sua
equitativa redistribuição global ainda envolveria mais recursos do que
aqueles que estão sobredisponíveis. A sustentibilidade da vida no
Planeta, dá muito que pensar... Seria bom, que a cimeira dos chefes de
estado voltada para as questões climáticas, fosse generosa e profícua.
Mas, não basta! O que se tem feito quanto à educação das populações,
acompanhada por uma mudança de paradigma industrial, comercial e de
produção ? Muito pouco. Consuma, consuma, consuma. Eis, o que continua a
suceder. Troque de aparelho de telemóvel, de tablet, de televisor, de
automóvel, de casa, etc. Acredite na inovação, siga e ususfrua do melhor
que a psicose das novidades tecnológicas tem para lhe oferecer. A
economia não pode parar. As fábricas não podem parar. A vida não pode
parar. Então, qual a solução, se fica tudo na mesma, seguindo a mesma
lógica imparável que nos conduziu a esta situação quase paradoxal que
nos coloca quase em risco de extinção ? Os inevitáveis céus e deuses,
não chegam para as 'loucuras dos homens'. Nem sequer intervêm. Que pena,
que se tenham silenciado há milhares de anos. Nunca mais deles soubemos
alguma notícia, nem sequer um milagre! Pensamos e dizemos, temos
tecnologia suficiente para nos preservarmos. Mas, a tecnologia não faz
milagres sem uma radical mudança de mentalidades, de paradigma
económico, de formas de viver. Quem não entender isto, fala de cor, se
calhar, apenas balbucia. Guerras ? Dará jeito a alguns ou a todos que
alguns morram ? A que propósito ? Com que intuito ? Se todas as
religiões se dizem pacíficas, por que são as primeiras a provocar
guerras ? Estranho ? Bem, existe uma indústria de armamento, que se
funda na dita autodefesa. Mentira, um missil balístico intercontinental
nuclear é uma arma de agressão, nunca foi ou será uma arma defensiva.
Dirão, é dissuasor. A dissuasão, sim, através do medo, o tal sentimento
que os políticos e a política incute nas gentes, para que elas se
fanatizem em torno de uma ideia única, seja ela, nacional, comunitária
ou outra, não conduz a nada. Não interessa educar se o que se pretende é
incutir o medo. Sim, o medo. O medo que a Escócia se separe dos seus
eternos colonizadores. Que a Catalunha referende a sua separação da
Espanha, etc. Dizem-nos, a Europa fez-se para integrar e não para
separar. Mas vale tudo ? Claro, que não! Integrar soa melhor, mas unir à
força não resulta. Quem disse que os escoceses individuando-se da
famosa comunidade (que pouco tem de comum) britânica, não se
reintegrariam de novo na Comunidade Europeia, mas de outra forma ? Custa
dinheiro ? Claro. Então, como é preciso poupar, a lógica é banir os
direitos, silenciar os discursos, prevalecer e triunfar na mesma linha
única. Não há dinheiro para esses luxos modernos. Se as democracias não
se conseguem sustentar, então para quê continuá-las ? Será também alguma
forma de novo fanatismo, que tanto se critica ser ensinado e
incentivado nas madrazas, onde o alcorão é desvirtuado, para arrastar
multidões ? Integração a todo o custo ? A ditadura da maioria ? E se a
maioria estiver completamente confusa, baralhada, errada e prosseguir
com a sua ignorância ou estupidez ? Valerá a pena seguir-lhe os passos ?
O que se tem feito de facto para melhorar a cultura geral, para tornar
os cidadãos mais próximos da cultura, para fomentar o pensamento crítico
constructivo nas nossas sociedades ocidentais em geral ? Quase nada ou
até mesmo o contrário. Rebelião ? Não é bem vinda. Um anarquista se
pintar com um spray uma caixa multibanco é um terrorista, um selvagem,
um desavergonhado. Um banqueiro, que desvia milhões, que obrigarão todo o
povo a pagar a sua má conduta ou incompetência de gestão não o é, na
realidade. Talvez, seja um cidadão exemplar... Porquê ? Quem de facto
causou maiores danos à propriedade ? Alguém fala sobre isto ? Ficam
todos indignados ? Mas, a indignação serve de alguma coisa, quando o
poder está completamente viciado quer por interesses políticos, quer por
interesses económicos vocacionados para o imediatismo ? Será que essas
pessoas pensam no futuro dos seus filhos ? Será que os amam de facto ?
Será que somente o disfarçam muito bem ?... Parece. Mas, de nada serve
acusar. No entanto, somos e devemos ser livres ou estar livres para
julgar, não no sentido da condenação mas, da avaliação daquilo que é,
por procuração do voto, indigitado a alguns. Cumprem o que prometeram ?
Sabiam ao que iam ? Afinal qual era a estratégia ? Quais as linhas
gerais do projecto para a governação ? Não aumentar impostos ?
Mas...Impostos não era o que os romanos faziam em tempos que remontam
até à anterioridade do Christo ?...Evoluímos alguma coisa quanto a esse
aspecto e quanto a muitos outros ? O que é que de facto aprendemos, ou
nos ensinaram ou nos diponibilizaram para aprendermos
?...»[noético-23/09/2014]
«Perguntei-me sempre por que é que os animais nunca adoraram a deus ou
aos deuses - o que quer que essa entidades supranaturais sejam, enquanto
projecção das fantasias humanas - se, também, eles, são criaturas
criadas por ele(s) ?... Isto explica muito quanto à filosofia e ciência
seguida, antes e após, Descartes, até quase aos nossos dias, em que os
animais começam finalmente a ser vistos de outro modo, pelo menos com
inteligência, memória, sentimentos e interacções sociais.
Mais, perguntei-me, também, por que razão, as grandes religiões
monoteístas, eliminaram as 'deusas' que existiam nas velhas religiões
politeístas? Não é estranho ?...Ah! Existe uma virgem Maria. A mãe do
deus cristão. Pois é, mas o deus é que tem os poderes, como o pai, a mãe é
apenas quem intercede quanto a esse poder. Esta maravilhosa psicologia
do marketing teológico é deveras subtil e enviesada. A mulher,
intercede, dialoga com o filho. Quem tem superpoderes é o
filho-encarnação-do-pai-todo-poderoso. Na realidade, a subalternidade da
mulher - e não vou aqui sequer, citar São Paulo -, nas religiões
judaico-cristãs é gritante. No entanto, as mais fervorosas adeptas
destas religiões, são, de facto, as mulheres. Então, por que se queixam
tanto da subalternidade das mulheres no universo das outras religões
monoteístas - e não só a muçulmana, de que todos falam - ? Que estranho,
novamente!»[noético-23/09/2014]
«I've alwayswonderedwhyanimalsneverworshiped thegodor the gods-whateverthatsupernaturalentitiesareasa projection ofhuman fantasies - if they, too,are creaturescreated by him or they ? Thisexplains a lotabout thephilosophyandthescience,before andafterDescartes, until almostthe present day, in which animalsare finally beginningto be seenin another way, at leastwithintelligence,memory, feelingsand socialinteractions. More, I've also wonderedwhythegreat monotheisticreligions, eliminated the'goddesses' that existedin the oldpolytheistic religions? Isn't it a bit strange? ...Ah! There is theVirgin Mary. The motherof theChristian God. Yeah,but God iswho hasthe powers, as the father, the motherisjust whointercedeson thatpower.This wonderfultheologicalpsychology ofmarketingis quitesubtle andskewed. The woman, prays, talks tohis son.Who hassuperpowersisthe son-father-incarnation-all-powerful. In reality, the subordinationof women-and I'm notevenhere to quote St.Paul-in theJudaic-Christian religions, is striking.However,the mostadeptearnest of these religionsareindeedfemales.So whycomplain aboutboth thesubordinationof womenin the universe ofothermonotheisticreligions-andnot onlyMuslim, the one that everyone talks about-? How strange,again!»[noético-23/09/2014]
«Não se procura, deixa-se simplesmente acontecer. Ser em si, ser por si,
ser em relação, ser em não-ser como uma flor a desabrochar. E ainda,
não é Primavera, mas já se escutam os cânticos de Outono a chegar. Ninguém virá em
socorro da aflição, que o invade, sem se anunciar. Não se expondo,
esplana-se, declinando como as palavras sem rumo, flutuando como as nuvens
sobre a escuridão da noite que se perdeu do amor. Seria feliz se as ondas
reunissem cada seu destroço a salvo numa enseada protegida
de todos os ventos. O ser, sem terra, caminha sobre ela como se tivesse
descoberto no seu corpo uma lua grávida de poéticos amanheceres desenfreados. O ser é ditame e corrente, oculto estar,
sempre presente. O ser que não mexe, ilude cada movimento. Caído
combatente nos braços de cada momento. Ajoelhado como se reptasse,
sonhando as virgens que se esquivam dos seus braços e se evadem como
pétalas ao sabor dos tempos. O ser não sabe de onde vem nem para onde
vai. Mas cairá morto, como cadáver, um dia, preenchendo o vazio da sua própria sombra.»[noético-13/09/2014]
«Ler, ler...Para não enferrujar. Permitir que o nosso brinquedo cerebral
se exercite geriatricamente como quando ingressou neste infantário.
Nessa altura já existiam formas primevas de Sudoku onde os signos se
cruzavam com os desejos no xadrez da realidade. É engraçado envelhecer e
começar a perceber a relevante discrepância que os conceitos têm com a
realidade e vice-versa. Não. Envelhecer, não é apenas perder
habilidades. Puro engano para quem de longe aprecia horizontes tão
alheios. A mística da longura ou da proximidade estiveram sempre
presentes em quase todos os nossos momentos de vida. Ora bem, falava eu
de quê ? Bem, não é ainda o Alzheimer mas, antes, a necessidade premente
de me relembrar de nada. Como é que é possível sequer alguém ter uma
recordação de nada? Mas, é, contudo, possível relembrar-se dessa
tentativa. Estranho ensaio. Desvanecem-se os alinhamentos zodiacais,
turvam-se as telescópicas lentes científicas mas, a claridade sempre
penetra em águas turvas. No fundo, não se vê. Mas, vê-se sem cegueira
alguma, sem turvez alguma, sem luz nenhuma que, clara e distintamente,
não se vê. É de rir, não é ? O deslumbramento pela luz, cega. O
desvanecimento da luz, desperta. Curioso, não é ? E, sabemo-lo, muito
bem, que pior do que estar enganado é estar convencido erradamente de
não o estar.»[noético-10/09/2014]
«Se calhar é um erro, enviesado, de observação que a maior escala,
ampliado, perderia por certo a razão. Contrariamente, tudo se
amplificaria. Pois é...As máquinas não podem parar, os animados não
podem parar, se a fábrica de marés pára, adeus surf, adeus ossatura,
adeus alminhas asadas, adeus tudo. O crash, o rebentar da onda acabaria
com a nossa fé, o nosso fabricar de um desejo que deseja, a nossa
forma de humanos, num ápice. Ai, como parece sanguinária esta sede
artificial que alimentamos pelo futuro...Futuro que nos chega da luz
do passado em contradição com a metamórfica camuflagem do cénico
futuro. Como é futuro se é contado para trás ? Como é passado se nos é
presente adiante? Este relógio deve andar equivocado. Só pode. Ou será
que nos anda a faltar é um fiel de balança ?»[noético-10/09/2014]
«One day I've understood that being alone is not a handicap. But that
included throwing out even notions like god and similar things. Those
who say that one without god or something above him or without regular
interaction with someone can not be happy are completely wrong.
Loneliness it's not the same as unhappiness. Of course all of our
education was planned to make us dependents of the others. That is the
main problem that education and cultural marketing had caused on each
one of us. They have always taught us wrong. I have much more
availability to be a partner being independent than when i was following
the so called community rules (almost of them of being dependent).
Better alone than to fake social skills for dishonest purposes just
because most of the people say it's good, christian or alright. I do not
own nothing to anyone and that state makes me more free to engage
common tasks with whom i want to share ideals, meanings and a lot of
other important things. And I feel free for not having to explain why
and how come I do it. Acceptance it's a word that many speak about but
that few really practice in fact. Of course it's also necessary to say
that acceptance results from free choices that also defines unacceptance
towards what it's not our choice. That's inevitable. This is not any
type of radicalism or ostracism, simply a human choice that has it's own
reasons and also it's own consequences. Believe me, no one does or can
make a true choice without focusing on the consequences. What we almost
of the time do is pretending to choose. Fakeness it's a easy allied almost
of the time for immediate social purposes. If we really choose even
disagreements are naturally welcomed cause they make truly the
difference.»[noético-10/09/2014]
«Os discípulos do Zen fascinam-me, tal como os discípulos de qualquer
outra corrente teológica ou filosófica. Encontrado o fácil, justificada a
identidade com a corrente de ideias ou com o grupo que as sustenta,
tudo passa a ser possível justificar, sem sequer, previamente, se
analisar seja o que for, que vier. O jogo da confiança desempenha, aqui,
um papel verdadeiramente traiçoeiro. Parece-se com as formas de
raciocínio indutivo que todos nós utilizamos. Se o Sol nasceu ontem
e anteontem então é quase certo que nascerá amanhã. E se não nascer,
como é que é ? Certo que parece haver uma certa regularidade na
natureza. Daí existirem tantas ciências. Exactas ? Por favor, não! É bom
dialogar com seres diferentes, tentar compreender os engôdos mentais em
que se dizem 'libertar', 'curar', 'abrir ao mundo'. Somos, de facto,
fascinantes! E enquanto alguns discutem a metafísica da verdade a física
interpõe-se e, de repente, toda a equação se baralha. Afinal, onde está
a verdade ? Quando me aproximo de algo que me pareçe ou me é
apresentado como verdadeiro, ganho cada vez mais suspeitas. Não tenho
pena nenhuma, nem sequer contemplações. Os titulares da verdade sempre
oscilaram ao longo da História. Nem Zen, nem Nirvana, nem Buda, nem
Jeová, nem Cristo, nem Uno, nem Deus, nem verdades absolutas.
Compreende-se que a labuta diária facilite esta preguicite aguda de
procurar o mais fácil, o mais eficiente, o mais rápido. A solução com
cuspo, diria! Dirão, alguns, que tudo isto não passa de teoria. Talvez,
talvez....Mas morrer por certezas infundadas valerá mais do que morrer
de incertezas ?»[noético-05/09/2014]
«I could say that I won't change my mind until you proof me that I'm
wrong but that would be the same fixed point of view that we both use to
influence each other or to state a point. So forget
it...»[noético-05/09/2014]
«After all what is nostalgia ? Well let us look to the present. If we
are focused on patterns each day seems like yesterday and we expect the
future will accomplish with that same pattern. If we see every day new
details our experience will never equal except for the constant news
that each moment presents to us. So when we look at the past in a
nostalgic way about what had made us feel good what are we looking for ?
What kind of nostalgia we seek ? It seems that we are petrified in
front of a mirror just looking at it's admirable reflex without never
leaving the present and the forms we almost of the time keep looking
for.»[noético-09/09/2014]
«Everywhere
i look around i see elephants, believers, mud. All the pilgrims have
crossed this land full of tears, pain and sorrow. We can laugh and just
pretend we're joyful. Searching for god is the same of searching for
the devil. If we kill a man it's just like executing a gods order, the
divine one, justifies it all. Please...Don't erase all the lines of the
road. Together with will be less beasts
and more human, they told us. Evidence: we're still killing each other
despite of that. At least ready to kill. So the recipe has failed. Of
course, the big task, production, keep us occupied, entertained. That is
why we don't kill so often. But if otiosity lead us to kill business also
develops conflicts able to kill also many people. So where is the
miracle of work ?»[noético-16/07/2014]
«When we have three choices we may be glad for having a lot of choices. Then we choose one. Our values, knowledge, interests, experience and other things are pretty much involved. Yes...Life is different at every moment. We thought that we have done the right choice but...Life is not just quite what it seems. We're wrong. If possible we'll try the second and perhaps the third choice. Despite of any goal or achievement we can follow the three ways and still find that we were wrong. So, grab all the opportunities may be a lie or a wrong advise. More...Even if we are pleased for having such gathering of possible choices that doesn't solve by itself any problem. Three or other number may seem not enough if we consider it, just pointing to the telos, the goal, the target or just accept the opportunities given to us. Sometimes or shall I say many times we must deal with dead ends at least for a time, and must face above all with failure. None of the recipes we thought right where right. Thought it's just not enough to ensure that there are choices or that the choices presented to us are the only ones and that some - more than one - or even all may be wrong. So why do we persist faking that all that we decide is crucial, right or exact? I know the answer to this question but just let you guess. Are we so stupid that we are unable to see? And beyond that, how can we reject reality instead of accepting it ? Now imagine a solution made by a choice that works for a while. Is it the truth the only truth ? For a while it works and we soon start to believe ourselves that it will last forever. That we finally got the formula. Like a induction problem we fall again in the same old story, believing too much or relying too much on the choice or answer to a problem or just our choice about something. So in the end why do you take so seriously life or called choices and believe or trust ourselves too much ? Is decision or making choices the only or manly good ? It looks to me it is not. Sometimes you may choose not to choose and still keep our best choice of all. Acceptance of failure is very different of believing that we have been defeated. Got it smart minded ?! Did you learned anything from this ? »[noético-17/07/2014]
«Os
cães ladram e a caravana passa. Deitam-se para as bermas alguns ossos
para que as matilhas se degladiem entre si. O cidadão-cão está sempre
pronto a mostrar os dentes ora para rir mostrando que obteve mais ossos
que outros ora para arreganhar os dentes para apanhar qualquer osso. De
facto, a caravana passa. Já não há lobos apenas canídeos domesticados.
Vive-se e morre-se pela,para,na matilha. Morrer-se
ou viver-se só é falta grave. Já os domésticos cães não estão
acostumados. Dependem das leis e do pão dos senhores de cada dia. A lei
cria não só ordeiros canídeos como desordeiros, em suma, divide. Mas,
mais do que isso, institucionaliza os horizontes não prevendo mais
nenhuns para além do seu atrofiado alcance. Estradas, aquedutos,
edifícios crescem de acordo com as leis. Todos os espelhos da urbe
reflectem a ordem dos canis onde medram e habitam os agora
cidadãos-cães. Não olhes para lá do canil senão enlouqueces porque a
matilha rapidamente se revoltará contra ti. Serás visto como
anti-matilha, logo, um perigo. Bela lógica esta. Ou estás quietinho ou
levas no focinho. Liberdade ? Se seguires a matilha poderás ambicionar
ainda a chegar a alfa. Até lá, amochas, vegas ou acabarás trucidado pela
civitas-canídea. Heróis, santos, canídeos honrados, só na urbe-canil.
Fora dela, só existem os bárbaros. Nem sequer tens direito a renunciar
ao teu pedigree. Sem BI não existes porque a única forma de o fazeres é
seres canídeo. Os canídeos arranjaram uma forma de colectividade em que
ninguém pode fazer mais nada senão os actos consentidos pela matilha.
Reconhecerem-te tornou-se um vício, uma adição a que lhe chamam virtude.
Se trabalhas para o canil és um benemérito, um funcionário, um
voluntário, um filantropo. Qualquer atentado contra a matilha governada
pela lei e serás sancionado, ostracisado, incompreendido e apelidado de
bárbaro. Ainda acreditas pois que existe lugar para a diferença no canil
? Talvez só no tom diferente do teu ladrar.»[noético-18/07/2014]
«There is something i know since from the start. Please don't follow me. My way it isn't your way. I may love you as I love other people. But...It's because of something not because of you that I don't want you to follow me. It's my way and you should follow yours. That's how I love you.»[noético-19/07/2014]
«The lunatic is on the moon...Of course! It's me! No words needed though I must say this. I feel uncomfortable but there is no other way I can express it. If I were a painter I'll do it some other way. I'll hope you understand me, being lunatic...»[noético-23/07/2014]
«I'm from nowhere and I go to nowhere. Christ the son of the almighty has passed aside me. He teaches his pupils to spread the word. Yeah, what a omnipotence and what a sense of a task ?...The omnipotence failed in the hands of a bunch of creatures that the almighty created. Doesn't all this sounds like a lie ? To deliver such task to such imperfect beings ? It's God teasing us ? Yeah, for me it's all crap. But still, there is a message: be aligned with the liars!»[noético-17/07/2014]
«Baby all of you it's charm but I don't know where it ends. Well...It is different if I say babe all of you it is charm but I don't know where it begins. It's just a matter of words.»[noético-16/07/2014]
«There is a moment you want to communicate. It's not just like saying something. You can't fight your desire your need. But it's not the meaning that it's told. Something is too much. You can not say it. You still don't have the proper words. And so you miss the target. Words can be the key to open a cave, a cage, etc. But words don't have all the possibilities of expression. To think about someone that will fulfill our lives it's simply stupid. No one, nothing can do that. You know why ? Everything it's changing. So, promises of love are not lies. They are just inadequate sentences. False according to logic. True accordingly to other parameters.»[noético-18/07/2014]
«It's difficult to reach that same frequency between our both hearts. But feeling it's not everything and I'm thinking about the all thing though I don't know at all what is all...I laugh of these thoughts of mine. I think that I laugh about all that I know because my all it's never everything. So I'm perfectly ridiculous thinking this way. Hahaha...»[noético-19/03/2014]
«No money, no profession, no nothing...But a big bunch of friends and a life full of important things. It's money the real thing ? For many it's their god. What about being poor and full of real friends ? Isn't it possible? Isn't it more sane ? I don't need to know Rome, though I know it. I don't need to travel to Australia, one of my kanguru jump-goals. I just jump into life and live it. That's all. Straight, honest and adventurer. Not like those who make adventure a hit. Not like those who make it so straight. Not like those who make it so honest. Being just like we are doesn't mean you must behave like you have fourteen or seventy . Soundness is like a whisper...You it's a vague word. Everyone can be you, even me, I'm also a you to myself. Ahahah...I just wonder if we didn't have life to amaze us?...»[noético-23/07/2014]
«We
have three states at least. Courage, prudence and fear. Courage it's a
virtue if you don't end like a dead hero. Prudence it's a virtue if you
sometimes cross the line or get out of the box. Fear is a virtue if
you're in a limit of survival. So the winner is the one who takes more
advantages from these three virtues not from the one that seeks just one
of these thrills.»[noético-23/07/2014]
«In
the begining there was a phone call. But the answer took so long that in
the end there were no more wires. Was it possible? Of course! Nowadays
it's even possible to have no comunicators, just two phones answering to
themselves. 'Please leave a message'. Funny isn't
it?!»[noético-23/07/2014]
«Acham
que me pareço com o Mozart ? Com o Picasso ? Com o Napoleão ? Que
giro!... Que chatice eles não terem também tirado selfies e publicado no
facebook. Teriam certamente obtido milhões de likes. E francamente,
eram gajos tão giros, não eram ? Cromos magníficos para a nossa coleção
de socialite. Também queria um Kafka, um Bellini e um Dali. O Hitler
tenho repetido, em todas as épocas. Sai sempre nos pacotinhos, seja qual
for a caderneta.»[noético-23/07/2014]
«Havia
um tempo...E há e haverá sempre um tempo em que...Não conta apenas o
que é preciso, certo, rigoroso, formal. Há e haverá sempre tempo para a
amizade, boa companhia, boa conversa. Os tempos, favoráveis ou não, para
isso, não dependem somente das circunstâncias. Dependem sobretudo da
nossa real disposição. Fazer a paz não é complicado, desde que ela, não
nos obrigue, repito, obrigue ao amor sem
restrições. O dificil, como dizia um poeta, não é amar, é, antes, saber
viver. E viver é bem mais preciso, sem dúvida. Para isso, a amizade,
sim, a amizade vale mais do que ouro. Estou, por isso, grato a todos os
amigos. São, no final, aqueles que me fazem viver. E, amigos...São um
mundo muito diverso, rico pelo companheirismo e inigualável. Muito
obrigado!»[noético-23/07/2014]
«'Vigia-me o cú' é tema do próximo romance de DJ Drone!Este autor
consagrado pela modernidade conduz-nos a um ambiente futurista próximo,
onde todas as fezes são inspecionadas ao pormenor por via aérea.
Acreditem que este novo romance é de facto uma narrativa policial
empolgante, cheia de peripécias e delícias de WC, com direito a zoom e
replay, que nos farão apaixonar pelo seu ritmo de ação impressionante.
Uma novela, capaz de nos fazer perder o folego. Leitura recomendada pelo
Clube Internacional de Espionagem de Leitura. Disponível já em todas as
bancas do país, incluíndo o BES.»[noético-23/07/2014]
«Para
o requinte...Misturam-se ingredientes. Na conversa, misturam-se
referências. Tudo parece ter uma explicação. Nesse sentido, tudo parece centrológico, teológico, resumido, minimalizado, obsessivamente localizado. Tudo? Tudo mesmo ? Mas, então, tudo está
determinado ? Parece-se, isto, com retórica de seminaristas. Lamento não
crer em tais unilateralidades.»[noético-09/07/2014]
«Estranho
ou talvez, não. Num mundo tão cristão e tão cheio de virtudes que se
persigam os mendigos, como se pretendesse varrer o pó para debaixo do
tapete, enterrar a cabeça na areia para não enfrentar a realidade.
Estados de negação comuns entre a cristandade e o judaísmo. Afinal, o
exemplo do Salvador é viver num condomínio de luxo, passear de Porche,
trazer uma enciclopédia electrónica portátil
à mão, visualizar certas cenas do passado, presente e futuro através da
superfície do grande caldeirão televisivo e da poderosa rede mágica sem
fios e, sim, acima de tudo, ocultar para as trevas com passos de
bruxaria, a mendicidade, enquanto se ambiciona um céu decorado a ouro,
repleto de luxuriantes prazeres, recompensa eterna para a vida, a
verdadeira Terra Celestial Prometida.»[noético-07/07/2014]
«I just live in a house of many places. There's a lot of people that can live in. We all live in a house although it might have no walls. But time is crucial (not the cross made by the Romans). When you believe, you learn it, you get lost again. Funny isn't it ? So keep standing yourself up. I agree with me, not with my image on the mirror. That is why I know and feel I'm not wrong. But, please don't mess it up. I am not the all world. When you think that something is going to be like your thoughts, just remember, life is not made at your own image. You can fake for yourself that it's a selfie, but it is not, though you may try a lot to do some History.»[noético - 06/07/2014]
«Do
you still believe in hope? You know very well that hope never fades away
because it represents all that you wish, all that makes you run towards
a crowned sky. Do, do, do it! Run for it...Keep wishing. As long as
you do it, someone will be selling you dreams. Do you imagine us, both,
seated on a throne in heaven surrounded by beautiful people, with a lot
of delicious food without doing a single
movement or worrying about nothing? Oh yeah babe. We need to try to get
it right now, here on earth. So, it's all about money, our welfare, our
social status, our belongings, darling. Being poor is like to have no
face, no dignity and being seen like a beast. I just hope I'm seeing it
right. Unless...We don't want less, we just want more, and more, and
more, tomorrow, today, now, like instrumental machines and kings of
productive history.Who cares about knowledge unless it brings us more
power? Work like a dog, bark and pray!»[noético-07/07/2014]
«I see a line. Watching closely, I stop seeing a straight line and suddenly, I start seeing a serie of points that are even not aligned. It's all about the same, whatever may be my perspective. So it's why I cannot say that contemplation worth's more than knowledge or the contrary. Recovering Plato's idea that beauty without truth is only cosmetic and knowledge without beauty it's blindness. So let's enjoy life!»[noético-08/07/2014]
«Crescemos
com os outros? COM, é demasiado. Lá em casa a minha mãe só cozinhava
fritos e eu sonhava com uma dieta mais salutar. Mais tarde, acabei por viver com uma pessoa
vegetariana que até dizia que o sangue da carne causava
hostilidade nos humanos. Acho que adormeci e até ressonei nesse mundo Zen. Julgava-me liberto
e purificado. Foi quando dei por mim a precisar de uma certa dose de agressividade para
sobreviver e quase ia sucumbindo às agruras da
vida. Chiça, bronco, disse para mim mesmo. Por que te deixaste levar
por familiares e amigos? És bronco. Está
dito. Então, não conheces Platão, Aristóteles, Picasso, Pessoa,
Stravinsky, Hitler, Napoleão, César, Jesus Cristo, Maomé ou Buda ? Não,
pá! Então és ignorante! Sim, deles, sou ignorante. Nunca ressuscitei,
nunca matei nenhum ser humano, nunca criei uma obra musical, nunca
reencarnei, nunca pintei mais do que algumas paredes como um trolha. O que eu não sei,
é muito. Muito bem, então, deverias acompanhar-lhes o conhecimento, imitar as
pessoas que eles eram, seguir-lhes o exemplo. Obrigado pelo conselho.
Hoje, sei por que não sigo ninguém, excepto a mim próprio. Acompanhar, seguir,
obedecer, engrossar o rebanho, tudo isso que nos dizem ser a única forma
de ser e estar...Tudo isso, eu, não faço como todos desejariam que
fizesse, estivesse, pensasse. COM é demasiado. Verdade, sou ignorante da vida de
outros. Tento é não ser ignorante da minha própria vida, dos meus sentimentos,
dos meus pensamentos e sobretudo das minhas decisões. Nenhum dos
ilustres desconhecidos que me apresentaste viveu ou viverá por mim, por
isso, acho mais ignorante da tua parte que os tentes acompanhar,
sobretudo, quando todos eles já morreram. Deixaram ideias, influenciaram
e influenciam muitos, sobretudo aqueles com mentes ocas e vazias que, apenas,
com o substrato das mentes de outros conseguem elaborar pensamentos e
ideias. São os rapsodistas das mentes dos outros. A esses devoradores de cabidelas artísticas e filosóficas desejo
muito bom penar. Acho que lhes assenta bem e que precisam dessa
palha toda para se alimentar. Prefiro a minha espécie sobrevivente e
resistente, de ignorância. Respeito que eles tenham, a deles. Só, não
permito é que me venham missionar. Quanto ao COM, vê lá se aprendes por
ti qual a melhor companhia a ter por perto; se a família, os amigos, os
ilustres ou a tua própria solidão. Diz-se, que é sempre melhor tê-los do que os não ter. Verdade ? Nem sempre. Lembra-te que só tu estarás presente
no teu leito de morte. Paz para mim e muita oração para
ti.»[noético-08/07/2014]
«As long as you try you can not fill your life. Do you know why? Because life is still happening and if there weren't a emptiness you would have nothing to fulfill! So shut your mouth and keep going, junior!»[noético-06/07/2014]
«Os barões da tua identidade são uma pessoa chamada Pai Nosso, uma
personagem que não te cansas de invocar como Estado. Ri-te,
palhaço.»[noético-06/07/2014]
«Pathos no lago há muitos. A grande maioria imagina um ceú acima e uma
profundidade abaixo. Peixinhos e aves fazem parte desse cenário que
alguns desgovernados literários trouxeram para o superficial mundo
diafragmático em que preferem habitar. Espelho meu, espelho meu...Por
aqui só habitam pathos como eu! E assim se assassina Freud e toda uma
raça de vesgos. Por que não tornar o céu uma profundeza, oh, sua
baixíssima inteligência? Ou deveria ter antes tratado Vossa
Superficialidade por Eminência?»[noético-06/07/2014]
«Imaginário é também real. Submeter a imaginação à tortura da razão
parece-te um bom método? A mim, não! Longe vão os tempos em que
torturava as bonecas ou descarregava a minha ambição em cima de uma bola
que tinha que obedecer aos meus pés. É que...Sabes...Eu não nasci agora
para o espanto, como se tivesse acabado de comprar um bilhete de
autocarro. O fertilizante conduz à esterilidade. O que pretendes é ao
contrário. Apenas a morfina do prazer te torna mais aditivo. Todo tu,
transpiras a nada. Talvez por isso tenham inventado o perfume. Nasces
como um homem, segundo a categoria e morres como o verme em que te
tornaste. Agora, tortura-te ainda mais com a virtude. Pode ser que
ganhes o rosto da máscara e que os aprestos tenham sido feitos pelo teu
grande alfaiate à tua medida. Por detrás das vestes só convences
pacóvios ou ignorantes. Quanto ao resto...O resto? Epá, fedes a merda
por todos os poros e a tua dignidade não depende de intervenções de
porcos com vestes celestiais. Digno é o que para ti é
digno.Universalidade nisso não passa de uma flatulência
papal.»[noético-06/07/2014]