«Escarnecemos
do silêncio. Achamo-lo vazio, insignificante, inoportuno, quase sempre
indesejável. Mas, não poderíamos estar mais equivocados. Pensamos sempre
que as palavras é que nos servirão de redenção. Que todos os desertos
têm de ser povoados. Mas, encontramo-nos de novo enganados. Não sei o
que nos move a tal...Muitas razões valeriam para o abafar. Certo é, que
por momentos também o consideramos absolutamente necessário,
indispensável. E eu tenho tantos silêncios para te dizer que nunca
caberiam em quaisquer palavras...Nenhuma matemática falaria pelo não
enunciável. Não sei se me entendes?» [noético-30/10/2013]

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