sábado, 23 de novembro de 2013

O OLHO QUE CHORA

«A hora de chorar há-de chegar. Comovidos, parecer-nos-emos com anjos convertidos à humana condição que renegamos, embora todos abertamente o confessemos ser. Deve ser por isso que eu chorarei só por um olho. O outro, coitado, há muito que cegou! É também aquele que me preocupo mais em preservar...» [noético-23/11/2013]

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