«Tu vives incrustada na minha memória por onde corres como seiva
petrificada pelo tempo. Tu moras nesse aroma a terra molhada que se me
entranha como perfume pelas minhas raízes. Tu és a luz que cintila por
entre os meus braços estendidos por entre a folhagem dos meus anos. Tu
és o musgo suave que se aninha por entre as rugas do meu caule áspero e
lenhoso. Tu és a razão porque só sei ser árvore.»[noético-15/02/2014]

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