«Escuto os rendilhados da tua fantasia...Os passos falhados das tuas
expectativas soam-me a côro... Acendo uma vela por ti e deixo-te à
solta...Eu não conheço as chaves da tua felicidade?...Mas, descobrir um
porto não é o mesmo que ter uma pista de aterragem para o sonho. Em mim,
encontrarás solo, mas terás que ser tu a descobrir o chão.»
[noético-24/02/2014]

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