segunda-feira, 13 de outubro de 2014

OS FRUTOS DO DELÍRIO


npa@2013
«Perdi muito tempo no remoinho de coisas espúrias, quando, afinal, bastaria apenas um pouco de carinho. Distraído, desatento, perseguindo os frutos alucinogénicos de uma árvore que, até, me esqueci de pegar a maçã caída, a maçã tocada, mesmo ao alcance de uma pequenina mão. Mas, nem tudo que está ao alcance recebe a nossa atenção. Vivemos obcecados por uma ânsia de coisas que apenas alimentam nossa vaidade. Parei para te escutar, para te ver, para te amar e tudo se resumiu a esse momento. Só isso levarei comigo.»[noético-11/10/2014]








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