«Não tem medida...Não há, nem tem que ter. Poderíamos falar de hormonas ou de poesia toda a vida que isso nem daria para expressar ou sequer definir nossos verdadeiros amores. Mas, não se iludam os cientistas. Não dá, nesse capítulo, é a medida certa! Resiste e tenta. Inventa e descobre. Tenta explicação. Nenhum mosquito se torna girafa. Nenhuma zebra se torna girafa. Nenhum elefante se torna homem. Nenhum homem se torna homem. É todo um caminho por perfazer apesar do muito já feito. Mas, não tem jeito, não tem medida, não dá para definir ou contabilizar. É essa fortuitividade que é uma benção. Não sacramento, não virtude. Que interessa ao Amor a Virtude, a vã Vaidade, o mero Sucesso e tudo o resto ? Nada! Mas, lá por que o amor não se conforma a uma religião a uma ciência a uma experiência a uma explicação a uma definição, só, mente estúpida e insã o resume a uma irracionalidade. Se existissem tantas notas em dinheiro de quantos racionalistas equivocados existem, eu, seria como o Tio Patinhas, sentado, sobre uma pirâmide de dinheiro. Mas...Prefiro prescindir do meu secreto acesso ao meu cofre.O amor é um cadeado indecifrável.»[noético-29/10/2014]
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