terça-feira, 7 de outubro de 2014

SPEAK

«Não é perdão. Não é aceitação. Não é...Deixa-te fora do baralho, continuando teu ser, apesar de toda a interdição. Diz o gabarola: eu só falo quando tenho a certeza. Pergunta: então você não deveria permanecer calado, para começar? Claro que tudo isto é baseado em diá-logos? Reais ? Mas, de onde é que esta veneração pelo silêncio nasce ? A certeza como checkpoint, qual barricada revolucionária, qual parvoíce?! Desbloqueia! Fala! Mas, por favor, ignora o dogmatismo e certos romancistas e filósofos que te dizem a toda a hora, stop, reverencia. Quando é que passas a considerar-te um pensador em vez de um, isto ou aquilo, reconhecível em qualquer nauseabundo corredor de pseudo-intelectualidades instruídas e pseudo-arejadas? Quando? Para chegares ao como, terás que reptar pelo menos duas vezes. A primeira é só para parares para pensar por ti, sobre a pergunta que te fizeram.»[noético-05/10/2014]

«It is not forgiveness. It is not acceptance. It is not ... Let you off the deck, continuing your being, despite all the ban. Talker says: I only speak when I'm sure. Question: then you should not remain silent to begin with? Of course this is all based on dia-logos? Real? But where this veneration to the silence is born? Certainty as checkpoint, which revolutionary barricade, what bosh ?! Unlock! Speak! But please, ignore the bigotry and certain novelists and philosophers who tell you all the time, stop, reverence. When do you raise and start to consider you as a thinker instead of one, this or that, in any recognizable nauseating corridor educated pseudo-intelectual and airy? When? To get to the how, you'll have to defy at least twice. The first is only for you to stop thinking about you, about the question that was brought to you.»[noético-05/10/2014]




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