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| Artist: Jo Frederiks |
«Thinking
... In the future ... For now, it is still possible to think in this
case, that imaginary life ... Seven billion humans ... A very small
part, not always the most enlightened and empowered human governance
leads in . Great ideals throughout history, flag and constituted so
little, in fact, few has been achieved. However, it is possible to say,
that is a fact that many more humans live in peace than those who live
in war. This, however, can not reassure us, when old, women, children
and men die victims of economic interests, greed for power and the
struggle for wealth. How can everyone be rich ? ... And what is after
all wealth? There is only one type, a single form? There is some right
of some that they can have what others never will achieve ? ... The
common psychology slogans delivers style, say, want is power, who always
tries to reach something will get it, and so on... But, it is truly a
deceit. The philosophy goes ahead, the fight continues, hope is the last
thing to die, do these things, everything must be moving, for any
reason whatsoever, blasts. There are resources for everyone, it is said.
False. The logistics for their equitable global redistribution would
still involve more resources than those over available. The
sustainability of life on the planet, gives many fuel to think ... It
would be nice, that the summit of heads of state facing climate change
issues, was generous and fruitful. But not enough! What has been done
about the education of the population, accompanied by a change in
industrial, commercial and production paradigm? Very little. Consume,
consume, consume! Behold, what continues to happen. Change your mobile
device, tablet, TV, car, house, etc. Believe in innovation, and follow
the best and enjoy the artifacts of what this psychosis of technological
innovations has to offer. The economy can not stop. Factories can not
stop. Life can not stop. So what's the solution if everything is the
same, following the same logic that led us unstoppably to this almost
paradoxical situation that puts us almost in danger of extinction? The
inevitable heavens and gods, do not come to save the 'madness of men.'
Even intervene. Too bad, they have muted for thousands of years. We
never knew any news of them, not even a miracle! We think and say, we
have enough technology to preserve ourselves. But the technology does
not perform miracles without a radical change of mindset economic
paradigm and the ways of living. Who does not understand this, speaks by
ignorance or maybe just babbles. Wars? Give way to some or all of which
some die? To what purpose? With that order? If all religions say that
they are peaceful, why are they the first to cause wars? Strange? Well,
there is an arms industry, which is based on said self-defense. Lie, a
nuclear intercontinental ballistic missile is a weapon of aggression,
never was or will be a defensive weapon. Say, is deterrent. Deterrence,
yes, through fear, this feeling that politicians and policy instills in
people, so that they fanatizem around a single idea, be it national,
community or another, leads nowhere. No matter education, the aim is to
instill fear. Yes, fear. The fear that Scotland is separate from their
eternal settlers. That Catalonia referendum settles its separation from
Spain, etc. They tell us, Europe was made to integrate and not to
separate. But everything is valid ? Of course, not! Integrating sounds
better, but join by force does not work. Who said the Scots singling up
the famous British community (which has little in common), not
reintegrate back into the European Community, but otherwise? It costs
money? Of course. So, as you need to save money, the logic is to banish
the rights, silencing discourses, prevail and triumph in the same single
line of thought. There is no money for such luxuries. If the
democracies can not sustain it, so why continue them? Is it also a new
form of fanaticism, which is criticized both to be taught and encouraged
in madrazas, where the Koran is distorted, to drag crowds? Integration
at all costs? The dictatorship of the majority? And if the majority is
completely confused, muddled, wrong and proceed with its ignorance or
stupidity? Is it worth following in his footsteps? What has been done to
actually improve the overall culture, to make the closest citizens of
culture, to foster constructive critical thinking in our Western
societies in general? Almost nothing or even the contrary. Rebellion? It
is welcome. An anarchist that sprays an ATM is a terrorist, wild,
shameless. A banker who deviates millions, which will force all the
people to pay their misconduct or incompetence of management is not,
actually. Maybe it's a model citizen ... Why? Who really caused major
damage to property? Someone talks about this? Are all outraged ? But the
indignation serves anything when the power is completely addicted
either by political interests, economic interests or geared for
immediacy? Do these people think about the future of their children?
Would they love them in fact? They only disguise it very well? ... It
seems... But it is useless to accuse. However, we are and should be free
or be free to judge, not in the sense of condemnation, but about the
assessment of what is conceded by proxy vote to a few. Do they deliver
what they promised? They knew well what they were going to do ? After
all, what was their strategy? What were the general lines of the project
for governance? Just don't raise taxes? Taxes ... But it was not what
the Romans did in times dating back prior to the Christo birth? Have we
evolved something about this aspect and in many others? What do we have
actually learned or has been taught to us or was made available to us to
learn? ... »[Noetic-23/09/2014]
«Pensando...No futuro...Por
agora, ainda é possível pensar nessa hipótese, imaginária, de
vida...Sete biliões de humanos... Uma ínfima parte, nem sempre a mais
esclarecida e habilitada os conduz na governação humana. Grandes ideais,
ao longo da História, constituiram bandeira e tão pouco, na realidade,
foi alcançado. No entanto, é possível dizer, que é um facto de que
muitos mais humanos vivem em paz do que os que vivem em guerra. Isso, no
entanto, não nos pode tranquilizar, quando velhos, mulheres, crianças e
homens morrem vítimas dos interesses económicos, da ganância pelo poder
e da luta pela riqueza. Como se todos, pudessemos enriquecer ?...E o
que é afinal a riqueza ? Existe só um tipo, uma forma ? Existe, algum
direito que alguns tenham a mais do que aqueles que nunca o poderão vir a
ser ?... A psicologia comum, debita slogans do estilo, querer é poder,
quem procura sempre alcança e afins. Mas, é, verdadeiramente um engôdo. A
filosofia do segue em frente, a luta continua, a esperança é a última
coisa a morrer, faz destas coisas, põe tudo a mexer, seja por que motivo
for. Há recursos para todos, diz-se. Falso. A logística para a sua
equitativa redistribuição global ainda envolveria mais recursos do que
aqueles que estão sobredisponíveis. A sustentibilidade da vida no
Planeta, dá muito que pensar... Seria bom, que a cimeira dos chefes de
estado voltada para as questões climáticas, fosse generosa e profícua.
Mas, não basta! O que se tem feito quanto à educação das populações,
acompanhada por uma mudança de paradigma industrial, comercial e de
produção ? Muito pouco. Consuma, consuma, consuma. Eis, o que continua a
suceder. Troque de aparelho de telemóvel, de tablet, de televisor, de
automóvel, de casa, etc. Acredite na inovação, siga e ususfrua do melhor
que a psicose das novidades tecnológicas tem para lhe oferecer. A
economia não pode parar. As fábricas não podem parar. A vida não pode
parar. Então, qual a solução, se fica tudo na mesma, seguindo a mesma
lógica imparável que nos conduziu a esta situação quase paradoxal que
nos coloca quase em risco de extinção ? Os inevitáveis céus e deuses,
não chegam para as 'loucuras dos homens'. Nem sequer intervêm. Que pena,
que se tenham silenciado há milhares de anos. Nunca mais deles soubemos
alguma notícia, nem sequer um milagre! Pensamos e dizemos, temos
tecnologia suficiente para nos preservarmos. Mas, a tecnologia não faz
milagres sem uma radical mudança de mentalidades, de paradigma
económico, de formas de viver. Quem não entender isto, fala de cor, se
calhar, apenas balbucia. Guerras ? Dará jeito a alguns ou a todos que
alguns morram ? A que propósito ? Com que intuito ? Se todas as
religiões se dizem pacíficas, por que são as primeiras a provocar
guerras ? Estranho ? Bem, existe uma indústria de armamento, que se
funda na dita autodefesa. Mentira, um missil balístico intercontinental
nuclear é uma arma de agressão, nunca foi ou será uma arma defensiva.
Dirão, é dissuasor. A dissuasão, sim, através do medo, o tal sentimento
que os políticos e a política incute nas gentes, para que elas se
fanatizem em torno de uma ideia única, seja ela, nacional, comunitária
ou outra, não conduz a nada. Não interessa educar se o que se pretende é
incutir o medo. Sim, o medo. O medo que a Escócia se separe dos seus
eternos colonizadores. Que a Catalunha referende a sua separação da
Espanha, etc. Dizem-nos, a Europa fez-se para integrar e não para
separar. Mas vale tudo ? Claro, que não! Integrar soa melhor, mas unir à
força não resulta. Quem disse que os escoceses individuando-se da
famosa comunidade (que pouco tem de comum) britânica, não se
reintegrariam de novo na Comunidade Europeia, mas de outra forma ? Custa
dinheiro ? Claro. Então, como é preciso poupar, a lógica é banir os
direitos, silenciar os discursos, prevalecer e triunfar na mesma linha
única. Não há dinheiro para esses luxos modernos. Se as democracias não
se conseguem sustentar, então para quê continuá-las ? Será também alguma
forma de novo fanatismo, que tanto se critica ser ensinado e
incentivado nas madrazas, onde o alcorão é desvirtuado, para arrastar
multidões ? Integração a todo o custo ? A ditadura da maioria ? E se a
maioria estiver completamente confusa, baralhada, errada e prosseguir
com a sua ignorância ou estupidez ? Valerá a pena seguir-lhe os passos ?
O que se tem feito de facto para melhorar a cultura geral, para tornar
os cidadãos mais próximos da cultura, para fomentar o pensamento crítico
constructivo nas nossas sociedades ocidentais em geral ? Quase nada ou
até mesmo o contrário. Rebelião ? Não é bem vinda. Um anarquista se
pintar com um spray uma caixa multibanco é um terrorista, um selvagem,
um desavergonhado. Um banqueiro, que desvia milhões, que obrigarão todo o
povo a pagar a sua má conduta ou incompetência de gestão não o é, na
realidade. Talvez, seja um cidadão exemplar... Porquê ? Quem de facto
causou maiores danos à propriedade ? Alguém fala sobre isto ? Ficam
todos indignados ? Mas, a indignação serve de alguma coisa, quando o
poder está completamente viciado quer por interesses políticos, quer por
interesses económicos vocacionados para o imediatismo ? Será que essas
pessoas pensam no futuro dos seus filhos ? Será que os amam de facto ?
Será que somente o disfarçam muito bem ?... Parece. Mas, de nada serve
acusar. No entanto, somos e devemos ser livres ou estar livres para
julgar, não no sentido da condenação mas, da avaliação daquilo que é,
por procuração do voto, indigitado a alguns. Cumprem o que prometeram ?
Sabiam ao que iam ? Afinal qual era a estratégia ? Quais as linhas
gerais do projecto para a governação ? Não aumentar impostos ?
Mas...Impostos não era o que os romanos faziam em tempos que remontam
até à anterioridade do Christo ?...Evoluímos alguma coisa quanto a esse
aspecto e quanto a muitos outros ? O que é que de facto aprendemos, ou
nos ensinaram ou nos diponibilizaram para aprendermos
?...»[noético-23/09/2014]

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