«Não existe maior mal do que daquele que convencido ser possuidor da
verdade proveniente de todo o improvável, tentando ajudar, se limita a
dizer, não pense em seus males, reze! Pois é...E se desandasses patético
do caraças ? Será que já ninguém tem o direito de sofrer sozinho ? Onde
metes a minha salvação ? Salvar-me das actuais dores por recurso a um
deus placebo ? Morrer ? Qual o mal disso? Continuar a viver mas sem
cristos, maomés, budas, gurus ou mestres, tem algum mal ?
Ah! Claro. Tu insistes naquela sórdida máxima pietisto-kantiana de que
toda a liberdade acaba quando começa a do outro. Excelente. Agora, fica
quieto. Segundo os meus princípios tenho que matar alguém. Então ?
Afinal?....Onde está o teu respeito pela minha liberdade ? Ah! Pronto.
Matar alguém não pode ser promovido a máxima universal. Por que não ?
Mas, eu penso isso como universal e não és tu que estás em minha cabeça.
Afinal, resolve-te, imbecil. Ou universal ou constrangido respeito, ou
seja, na real, mais vale deixar cair a imbecilidade dos universais
enquanto triste teorema.»[noético-05/10/2014]

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